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	<title>Lutando contra a preguiça &#187; Sinceridade</title>
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		<title>Voltando a escrever (tentando)</title>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2011 17:29:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inutilidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá queridos “leitores” abandonados! Sim, eu sei que faz muuuito tempo que não atualizo esse site, mas, né. Preguiça mata, viu. Mata o blog. Vamos ao assunto de hoje: é, não tem assunto de hoje. É, isso mesmo. Comecei um projeto sem levantar todos os recursos. No caso, um assunto. Mas enfim, to aqui e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá queridos “leitores” abandonados!</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, eu sei que faz muuuito tempo que não atualizo esse site, mas, né. Preguiça mata, viu. Mata o blog. <img src='http://diegop.info/paulateixeira/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;">Vamos ao assunto de hoje: é, não tem assunto de hoje. É, isso mesmo. Comecei um projeto sem levantar todos os recursos. No caso, um assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas enfim, to aqui e agora vamo que vamo.</p>
<p style="text-align: justify;">Queria contar que tenho tido muitas idéias ultimamente. Idéia de mudar de ramo profissional e tal. Mas claro, não vou repetir a besteira que fiz no começo deste post, começar um texto sem saber o final dele. Só vou contar quando tiver alguma coisa concreta em mãos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quero retomar também a sessão “Jogos que amo”. Qual foi o primeiro mesmo? Ah, foi o do <a href="http://diegop.info/paulateixeira/jogos-que-amo-assassin%E2%80%99s-creed/">Assassin’s Creed</a>. Pois é, o próximo seria então, acho, Alan Wake. Não é exatamente um jogo que eu AME, mas né, eu gostei. Prepararei o post pra ele. Eu acho&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Então é isso, fiquem com Thor e aguardem novos posts. Pra quando eu não sei. <img src='http://diegop.info/paulateixeira/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<div id="attachment_744" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2011/05/thor-movie-photo-43-550x303.jpg"><img class="size-medium wp-image-744" title="thor-movie-photo-43-550x303" src="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2011/05/thor-movie-photo-43-550x303-300x165.jpg" alt="" width="300" height="165" /></a><p class="wp-caption-text">vem ni mim, lindo</p></div>
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		<title>Porque ter animais é melhor do que ter filhos</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 13:26:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu ODEIO!]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu sei que com este texto, que você está prestes a ler, vai fazer alguns ficarem tristes (meus pais), outros desamparados (meus sogros) e outros podem até chorar (minha irmã), mas a verdade é que não posso mais guardar este sentimento só pra mim.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eu sei que com este texto, que você está prestes a ler, vai fazer alguns ficarem tristes (meus pais), outros desamparados (meus sogros) e outros podem até chorar (minha <a href="http://twitter.com/kahteixeira" target="_blank">irmã</a>), mas a verdade é que não posso mais guardar este sentimento só pra mim.</p>
<p style="text-align: justify;">Há algum tempo atrás, no auge da minha adolescência, tinha decidido não ter filhos. Mas por motivos totalmente egoístas: não queria passar pela gravidez e talecoisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Daí eu conheci meu excelentíssimo namorido, que me fez mudar de idéia. Depois de muita discussão, é claro.</p>
<p style="text-align: justify;">Então eu fiquei mais velha. Atualmente com 24 anos, ajuntada, morando em outro estado, e com mais consciência do mundo, mudei de idéia novamente. Porém desta vez apoiada pela mesma pessoa que tinha feito eu mudar de idéia há longínquos 6 anos atrás. Parece que ele mudou de idéia também&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, vou apresentar meus motivos pra não querer ter filhos:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- já existem pessoas demais no mundo.</strong> A população incha cada vez  mais, em um ritmo desenfreado, que vai acabar por fim esgotando nossos recursos naturais;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- situação econômica fodida.</strong> Ter um filho gera uma CARALHADA de gastos. MENSAIS. Então, nosso conforto econômico vai pro ralo, junto com o nosso dinheiro e o cocô do rebento;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- privacidade zero.</strong> Filho requer a sua inteira atenção por, no mínimo, sete anos, até ele ir pra escolinha e talz. Então o casal passa a ser só os assistentes do bebê, nada mais que isso;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- crianças choram sem saber porque.</strong> Você OLHA meio torto pra criança e ela chora. Seu cabelo está em um badhairday e ela chora. A galinha tropeçou lá no quintal e ela chora. Agora se você tropeçar, ela ri da sua cara;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- seus filhos NUNCA vão compensar o que você passou pra criá-los.</strong> E serão grossos com você, se você tiver sorte. Se não, podem te matar;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- gravidez e parto.</strong> Preciso dizer mais alguma coisa?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- falta de instinto de maternidade.</strong> Meu instinto maternal atual se resume a cuidar de plantinhas. Mas visto que eu não tenho plantinhas atualmente, então nem sei se seria capaz de cuidar bem de uma (apesar de já ter enchido o saco do meu namorado pra ter um gatinho).</p>
<p style="text-align: justify;">Agora vou fazer uma comparação em ter animais e ter filhos:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- bichinhos de estimação precisam comer somente uma vez por dia.</strong> E não de madrugada, quando você acabou de entrar na fase do sono profundo;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- se o bicho se comportar mal você pode prendê-lo.</strong> E não vai aparecer ninguém querendo prender VOCÊ;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- não se pode levar bichos pro supermercado, cinemas&#8230;</strong> E mesmo que pudesse eles ficariam quietinhos. Supermercado e choro de criança se atraem;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- eles não vão fazer escândalos pra você comprar aquele brinquedo.</strong> Isso me dá uma irritação fora de escalas. Sério.;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- bichos vão continuar amando você pra sempre. </strong>E vão obedecer você pra sempre. Se não, vide segundo item;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- bichos serão sempre fofinhos.</strong> Crianças crescem e fedem neste meio tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, estes são alguns dos meus motivos. É claro que se você realmente gosta de crianças, tem instinto maternal e talecoisa, vai valer a pena. Tanto que se você perguntar pra qualquer pai (de famílias bem estruturadas, por favor neh) ele JAMAIS vai dizer que se arrependeu de ter tido filhos. Vai dizer que valeu a pena.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas pra chegar neste ponto você tem que querer. Muito, entende? E é aí que as coisas desandam pro meu lado. Porque eu não curto muito criança (deu pra notar?) e nem me interesso em ter que cuidar de alguma coisa o tempo todo, então, analiso este negócio de ter filhos pelo lado racional. E, obviamente, racionalmente falando, ter filhos não é um bom negócio (se você não entendeu isso ainda, leia o texto de novo).</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que pode acontecer, lá no futuro, beeeeem no futuro, eu acordar um dia e dizer: PQP, quero ser mãe! Mas, atualmente, neste momento, eu não quero. Nem um tiquim assim.</p>
<p style="text-align: justify;">Pra finalizar, você aí que me lê, que está pensando que eu sou doida, e que quer ter filhos, eu digo: quando você estiver numa boa com a sua esposa, na cama, e seu filho gritar porque quer comer (ou qualquer outra coisa pela qual as crianças choram), quando estiver no supermercado e ele começar um berreiro querendo comprar TODAS as bolachinhas recheadas da prateleira, quando estiver em uma loja e ele fazer um escândalo porque quer comprar aquele brinquedo de 500 paus, você vai lembrar deste texto. Ah vai. E se você me contar o que aconteceu, eu vou soltar um sonoro EU AVISEI!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2010/10/003126.jpg"><img class="size-full wp-image-472  aligncenter" title="morra" src="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2010/10/003126.jpg" alt="" width="337" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ps.: Vi no submarino um <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21394662/sem+filhos" target="_blank">este</a> livro que discursa sobre razões para não ter filhos. E foi o único que eu vi sobre isso, aliás. Quando eu tiver dinheiro eu compro. <img src='http://diegop.info/paulateixeira/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Meu Alter Ego é Homem</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 20:48:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das coisas que sempre me irritou é essa história de que mulher tem que saber cozinhar, lavar, passar e o diabo a quatro. E que todas as responsabilidades da casa são dela também. Com o passar do tempo e meu recente egresso nas interwebs, comecei a achar que isso estava ficando para trás, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma das coisas que sempre me irritou é essa história de que mulher tem que saber cozinhar, lavar, passar e o diabo a quatro. E que todas as responsabilidades da casa são dela também.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar do tempo e meu recente egresso nas interwebs, comecei a achar que isso estava ficando para trás, que hoje em dia se preza pela igualdade entre os sexos e bla bla bla. Pura hipocrisia. E nem sei dizer por parte de quem, homens ou mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-358" title="macho" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/08/macho-barabeandu-242x300.jpg" alt="macho" width="242" height="300" />Homens, pelo menos os que eu conheço (tirando uns poucos onde meu namorado está incluso, Yoda seja louvado) não dizem, mas se comportam como se os pormenores da vida doméstica não fossem assunto deles. Podem até lavar louça, mas o fazem achando que estão “ajudando a esposa/mãe”. Algumas pessoas ainda discursam aquele papinho medíocre onde subliminarmente incluem suas idéias atrasadas: “Existem trabalhos de homens e trabalhos de mulheres”.</p>
<p style="text-align: justify;">Como assim Bial? Um homem não pode lavar o banheiro porque é trabalho de mulher? Ou uma mulher não pode consertar o telhado porque é coisa de homem? Me poupe, santo Spock.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas mulheres reclamam do machismo de seus maridos. Mas, puta merda, o que elas fazem para mudar isso? Dizer que eles sempre foram assim e que nunca vão mudar não vale. É papo de Loser, com L maiúsculo. Isso é uma coisa moldável, sempre. Desde o começo, se for com jeitinho consegue-se mudar a postura de uma pessoa SIM! Falo isso por experiência própria.</p>
<p style="text-align: justify;">Trocando um pouco de assunto mas mantendo-se no machismo, estes dias aí deu um bafafá no Twitter por causa do  #lingerieday, lançado pelo @morroida e seus comparsas. Porém a mulherada mal comida se irritou, chamando-os de machistas e tal. Ô meu saco! Gente sem espírito esportivo. Se auto-intitulam feministas mas criticam ferrenhamente o machismo. Aí vira a festa do boi loco. Como o <a href="http://hbdia.com/wordpress/2009/07/31/calcinhas-cuecas-e-confusao/" target="_blank">Kid escreveu em seu blog</a> e eu concordei em gênero, número e grau, feminismo é tão reprovável quanto o machismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-359" title="women-power_18" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/08/women-power_18-234x300.jpg" alt="women-power_18" width="234" height="300" />Essas malucas com a vida sexual atrasada pregam a igualdade entre os sexos. Eu, por outro lado, não busco isso. Não estou me omitindo da “luta pelos direitos iguais”, e gostaria sim que vivêssemos num mundo igualitário. Contraditório? Péra que eu explico. Acredito que devíamos ver as pessoas como PESSOAS apenas, e não classificá-las antes em homens e mulheres. Quando você faz este tipo de classificação, você começa a separar as pessoas, a esperar certas coisas de um grupo e outras do outro grupo. Porque você pensa que “isso uma mulher entenderia” ou “aquilo um homem me esclareceria melhor”. Mas quando você consegue se livrar destes “penduricalhos”, como é citado no livro <a href="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2009/08/A-Casa-dos-Budas-Ditosos.pdf">A Casa dos Budas Ditosos</a>, você começa a entender que somos todos iguais, e todos diferentes. Não existe esse negócio de coisa de mulher e coisa de homem (tirando é claro questões físicas como menstruação e ejaculação precoce) e sim cada um tem as “suas coisas”. E a igualdade entre os sexos será apenas uma conseqüência.</p>
<p style="text-align: justify;">A casa (voltando) por exemplo. Os dois moram nela, pagam por ela (na maioria das vezes) e sujam ela juntos. Porque somente a mulher é responsável? É preciso organizar e repartir as tarefas de acordo com o tempo e habilidades de cada um, porque a sujeira no final da semana é culpa dos dois.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sei que mudar a cultura de um povo é muito difícil, porém não é impossível. <a href="http://desvaneios.wordpress.com/2008/11/25/um-dia-de-modess-na-vida-de-um-homem/#comment-545" target="_blank">Li em um blog uma experiência que um cara fez usando um absorvente durante um dia inteiro</a>, somente para descobrir como se sentia uma mulher nos seus piores dias do mês. Não que todo homem deva fazer isso para compreender as mulheres, mas que tenha essa dedicação e disposição para adentrar em seu mundo (ui!) e deixar de considerá-las extraterrestres. As mulheres também devem fazer suas tarefas de casa, afinal a intenção é a interação entre os sexos, e não somente os homens entenderem as mulheres. Eu, por exemplo, já escolhi uma maneira de tentar entender como é ser um homem. Não, não vou usar um pinto de borracha por um dia. É uma coisa mais simples. Comecei a pensar em mim mesma como homem. Não quanto a jeito de andar, falar ou vestir, mas quanto à posição do homem na sociedade e tal. Como um alter ego masculino. Está me ajudando bastante pois pensar assim dá uma visão mais ampla das pessoas, uma vez que penso como mulher e depois tento rever a situação como homem. Agora só falta dar um nome.</p>
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		<title>Mente aberta</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 18:33:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
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<p style="text-align: justify;"><img class="size-thumbnail wp-image-284 alignleft" title="mente-aberta" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/05/mente-aberta-thumb2609092-112x150.jpg" alt="mente-aberta" width="106" height="142" /> Estava eu ontem jogando loucamente Left 4 Dead, quando,  misteriosamente, o jogo fechou na minha cara. Já  havia acontecido isso outras três vezes, porém na última eu  consegui jogar mais de 40 minutos.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, depois do jogo fechar assim, do nada, resolvi não voltar a jogar. Fui dar uma navegada na internet. Li alguns tweets e acabei lendo um da <a href="http://twitter.com/fabianelima" target="_blank">@fabianelima</a>, falando sobre um texto que ela gostaria de ter escrito. Curiosa, fui ver.</p>
<p style="text-align: justify;">O texto era <a href="http://www.interney.net/blogs/gravataimerengue/2009/05/19/sobre_meninos_e_meninas_inteligentes/" target="_blank">este</a>, lá do <a href="http://www.interney.net/blogs/gravataimerengue/" target="_blank">Gravataí Merengue</a>. Confesso que já vi citarem este blog por aí, mas nunca me interessei. E isso é nome de blog? Bom, se Lutando contra a preguiça é, o céu é o limite&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim². É um texto basicamente sobre pessoas fúteis. Tah, até certo ponto concordo com o cara (sei lá o nome do homi!). Porém me questionei se realmente classificava as pessoas deste jeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Antigamente me preocupava muito em parecer inteligente. E conseqüente acabava julgando as pessoas ao meu redor. Me preocupava com palavras, assuntos, comportamento e outras cositas mas de pessoas inteligentes. E quando o comportamento de alguém não condizia com o meu modelo de inteligência, logo, a pessoa era burra ou fútil, dependendo do meu humor. Ponto final.</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente, com o passar do tempo, esse modelo foi se mostrando furado. Primeira coisa que aprendi: não se julga o livro pela capa. Vai, pode dizer. Sei que é uma coisa velha pra caraleo, mas a maioria das pessoas julga sem querer, e erroneamente. Segunda: não existe uma fórmula para parecer inteligente.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de um tempo após ter feito estas magníficas descobertas, vi que ainda tinha um ponto a ser trabalhado: o de me importar com a opinião alheia. Passava dias tentando me convencer que eu era inteligente e que o idiota do meu vizinho só queria me encher o saco quando me chamava de criançola. E, bom, consegui me livrar disso. Acatei a idéia de quem me conhece sabe o que eu sou.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, tava quase no ponto. Porém mais alguma coisa ainda me incomodava. Pensava: será que realmente estas pessoas que me conhecem me vêem como eu gostaria? Aí foi quando eu entendi qual era a raiz do meu problema. Pra quê tentar parecer inteligente?</p>
<p style="text-align: justify;">Daí um emaranhado de problemas começaram a se resolver. Primeiro, se eu não me importava em parecer inteligente e muito menos em policiar meus atos, com medo de ser mal interpretada, conseqüentemente porque analisar os dos outros? Esse foi o momento em que eu liguei o “Foda-se” e fui ser feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">Não perco mais tempo em tentar decifrar a personalidade de uma pessoa com base nos seus atos. Mas atentem para o fato de que quando digo atos, quero dizer o jeito que a pessoa fala, se veste, anda, etc e etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Comecei a aceitar mais as pessoas. As possibilidades de amizade aumentaram. E descobri que essa foi uma das melhoras atitudes que já tomei na vida. Pra quê perder tempo analisando, na maioria das vezes, negativamente uma pessoa, se existe a enorme possibilidade de você estar errado?</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas acabam se culpando quando conhecem alguém e acham que ele é uma coisa e é outra. Porém acho isso totalmente errado. Como li uma vez num texto do Marcos Mion, publicado na Capricho de um século atrás (sim, eu lia Capricho): “Acontece de você conhecer alguém e depois ver que não deu certo. Traição ou seja lá o que for, você se arrepende de ter se envolvido com a pessoa. Mas mesmo tendo acabado mal, você não é o culpado. Você viveu, se dedicou, foi honesto, e é isso que importa.“</p>
<p style="text-align: justify;">Quero dizer que é perda de tempo tentar decifrar alguém de primeira. Somente convivendo. Sem falar que quando você acha que conhece alguém e espera que ele aja desta forma, as chances de se decepcionar são gigantes. E, aliás, nunca se conhece alguém por completo.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim³, queria dizer com este post que as pessoas nunca são o que parecem ser &lt;/<a href="http://epipoca.uol.com.br/filmes_detalhes.php?idf=17261" target="_blank">Labirinto</a>&gt;. E que analisar as pessoas não é só perda de tempo como também injusto. Injusto para você, que pode estar perdendo uma amizade, e para a pessoa, pelo mesmo motivo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="mente_aberta" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/05/mente_aberta-300x300.jpg" alt="mente_aberta" width="300" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Se lamentar é coisa de loser</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 18:53:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Sinceridade]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem, enquanto tentava pegar no sono, estava fazendo uma revisão da minha vida até agora. Desde a minha infância e adolescência, comparando com a minha realidade e quanto que consegui evoluir desde então. Da minha infância não tenho muitas lembranças, só de ir pro meio do mato nos fins de semana com a minha amiga [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Ontem, enquanto tentava pegar no sono, estava fazendo uma revisão da minha vida até agora. Desde a minha infância e adolescência, comparando com a minha realidade e quanto que consegui evoluir desde então.</p>
<p style="text-align: justify;">Da minha infância não tenho muitas lembranças, só de ir pro meio do mato nos fins de semana com a minha amiga da época. Subir nos pés de laranjeira e goiabeira que tinha atrás de casa. Pegar um monte de cigarras, colocar num vidro (o vidro chegava a vibrar por causa do barulho das cigarras) e soltá-las na frente de casa&#8230; É, pode-se dizer que fiz algumas coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não tinha muitos amigos, sempre fui tímida. Na pré adolescência sofria por causa duns retardados que insistiam em me chatear (sempre tem disso neh). Me xingavam, puxavam meu cabelo, roubavam minhas coisas. Enfim, sempre fui meio nerdizinha, só tirava notas boas (bons tempos) e o pessoal tinha meio que inveja disso.</p>
<p style="text-align: justify;">Odiava quase todo mundo no colégio em que fiz o ensino fundamental. Professores, colegas&#8230; Se salvavam pouquíssimos. Gente ignorante, que estacionou na vida e ainda acha que tá abafando. Gente que hoje já está casada e com filhos, ou nem casada, mas com filhos. Dois ou três, contando comigo, conseguiram chegar na faculdade. Outros nunca mais ouvi falar. Enfim, gente que eu não tenho saudade (apenas uns quatro).</p>
<p style="text-align: justify;">Minha adolescência foi um inferno. Não me dava bem com meus pais, o clima era sempre tenso. Na época minha irmã estava numa fase horrível de encheção de saco, e meus pais meio que puxavam o saco dela justamente por não se darem bem comigo, tinham aquela imagem ruim de mim, e achavam sempre que eu era a culpada.</p>
<p style="text-align: justify;">A culpa era de quem? Das duas partes. Eu era ruim mesmo, chata e sempre achava que eles não gostavam de mim. Achava que eles queriam me escravizar (O.o) com serviços da casa e nunca me deixavam sair durante a semana (sair = ir na minha vizinha).</p>
<p style="text-align: justify;">Eles também não eram fáceis. Não são daqueles pais idiotas que deixam o filho passar por cima da autoridade deles. Exageravam às vezes, assim como eu também exagerava, mas em mais vezes. Eram tempos de xingamentos, de brigas, lágrimas e vontade de suicídio. Uma vez pensei em tomar os calmantes da minha mãe (teve uma época que ela tomava). Mas a anta aqui ficou com medo e tomou um só, e ainda por cima o calmante era orgânico&#8230; :[</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, tempos difíceis. Daí conheci meu atual namorado. Minha auto estima subiu. Troquei de emprego (trabalhava num horrível), e não conseguia mais almoçar em casa. Resultado: menos tempo com a família. Acho que foi a partir daí que as coisas começaram a melhorar. Ficava menos tempo em casa, não dava tempo de brigar. Eu comecei a faculdade, virei gente. Começamos a nos dar melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Não sei dizer ao certo quando ou porque isso aconteceu. Eu comecei a rever alguns conceitos, deixar certas mágoas para trás, não começar um dia como se fosse conseqüência do anterior. Começar um NOVO dia. Nem que fosse para ter brigas novas, era um novo dia. Senti também que eles fizeram o mesmo. Antes achava que eles começaram a me tratar com mais respeito, mas hoje vejo que não. Eles sempre me trataram com respeito. Porém reagiam à minha atitude. E a minha atitude era de adolescente rebelde. Me tratavam como tal. Quando comecei a agir com mais maturidade, me trataram com maturidade. Hoje, a nossa relação é ótima.</p>
<p style="text-align: justify;">Tinha uma época que eu gostava de lamentar, de mostrar como eu era sofrida para amigos e pro namorado. Hoje vejo que isso é coisa de loser. Enquanto você está vivendo isso, é normal se sentir discriminado. Claro que é possível viver isso com maturidade, e se você conseguir estás à frente do seu tempo. Mas é difícil encontrar gente assim, principalmente adolescente. Eu não fui assim. Porém se isso já passou e você ainda continua lamentando, reclamando do seu passado, do que as pessoas te fizeram, você É um loser. Quanto mais se lamentar, mais sua vida vai retroceder na escala de evolução.</p>
<p style="text-align: justify;">Ás vezes fico pensando em coisas que eu não tive na infância e adolescência. Coisa de pais e filhos, sabe. Mas não fico mais me lamentando de não ter tido, de como teria sido se eu tivesse tido isso. Hoje penso em como vou ser com os meus filhos. O que eu gostaria de dar à eles que eu não tive.</p>
<p style="text-align: justify;">Também acho um saco quando alguém diz: “Coitado, merecia ter tido coisa melhor”. Bom, pense comigo: se você não tivesse tido o que teve, talvez não tivesse se tornado a pessoa que você é agora. E talvez também, naquela época, você merecia SIM aquilo que você passou. Eu acho que mereci muitas das coisas que passei. Me fez virar gente, ter auto-crítica e respeito pelos outros. Me fez crescer.</p>
<p style="text-align: justify;">E quando você quiser se lamentar, pense que isso é coisa de gente atrasada, medíocre e sem respeito por si mesmo. A não ser que você seja um refugiado de guerra, aí sim, pode se lamentar, vira filme.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="loser" src="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2009/05/loser.jpg" alt="loser" width="300" height="282" /></p>
<p class="MsoNormal">
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		<title>É melhor ser menina</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 18:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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		<description><![CDATA[Este post tem nada a ver com o feminismo ou qualquer outro movimento que queima soutiens. Simplesmente venho por meio deste mostrar a vocês meu ponto de vista – feminino, no caso – sobre qual sexo tem mais vantagens no mundo moderno. Provavelmente todos já leram aquela listinha falando das vantagens de ser mulher e [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Este post tem nada a ver com o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feminismo">feminismo</a> ou qualquer outro movimento que queima soutiens. Simplesmente venho por meio deste mostrar a vocês meu ponto de vista – feminino, no caso – sobre qual sexo tem mais vantagens no mundo moderno.</p>
<p style="text-align: justify;">Provavelmente todos já leram aquela listinha falando das <a href="http://www.uhull.com.br/12/16/55-motivos-para-gostar-de-ser-mulher/">vantagens de ser mulher</a> e este post é só para completar.</p>
<p style="text-align: justify;">Além das coisas citadas no artigo do link, existem outros aspectos a se analisar. Homens sofrem muito mais com pressão social. Homem tem que ser macho, se não é viado. Não pode dormir com amigo, andar abraçado com amigo e outras coisas que mulheres fazem, porque parece viado.</p>
<p style="text-align: justify;">Homem tem que trabalhar e ganhar mais do que a mulher, se não é gigolô. Não pode negar fogo e nem broxar, se não, pobre coitado.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema maior disso é que continuamos insistindo nesta visão sobre o  homem. As mulheres foram atrás e se libertaram destes conceitos. Não sei dizer se isso partiu do fetiche da maioria dos homens em ver duas mulheres juntas ou do movimento feminista, mais o resultado é o mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que tem os contras de ser mulher. Parto, por exemplo. A mulher tem que deixar a vergonha de lado quando está grávida pois, um pouco antes do rebento nascer, de cinco em cinco minuto aparece alguém disposto a enfiar os dedos na perseguida da moça. Isso sem falar da menstruação e tal.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém mesmo com estes contras, hoje a medicina moderna torna estes inconvenientes bem mais aturáveis. E não precisamos mais passar pela tortura do parto, se não quisermos. Não temos mais a obrigação de ter filhos, como era antigamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu era adolescente ficava pensando que era melhor ter nascido menino. Não teria tantas obrigações, não seria vista como apenas um corpinho (não sei se alguém pensava isso de mim, mas, sei lá) e nem seria discriminada em certos assuntos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas hoje penso que era burrice minha. Obrigações? Não tenho tantas assim (só manter meu quarto organizado) e mesmo assim, a mulher tem liberdade para não querer mais esse tipo de vida e partir pra outra. Ser vista como objeto sexual? Sei lá meu, acho até legal saber que tem alguém de desejando, e você pode simplesmente excluir da sua vida pessoas que te vêem apenas como isso. Discriminação? Nenhum, hoje em dia. E nem vejo acontecendo, por sinal.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, concluo que ser mulher é muito mais legal e tem mais liberdade do que ser homem.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Mas atente para o fato de que não estou discriminando ou desvalorizando os homens, e para provar isso até vou dar um <a href="http://www.cirilovelosomoraes.com.br/2006/03/23/homem-serve-para-que/">link</a> de uma homenagem à eles, para os que merecem, é claro. Beijos Diego! &lt;3</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-184 aligncenter" title="meninanerd1" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/04/meninanerd1-273x300.jpg" alt="meninanerd1" width="273" height="300" /></p>
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		<title>Eu gosto de falar palavrão!</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 17:05:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Inutilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Palavrão]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem não se sente aliviado quando solta um sonoro putaquepariu num momento de indignação? Bom, eu sim. Já foi cientificamente comprovado o porque de falar palavrão conseguir expressar realmente o sentimento que a pessoa quer passar. Duas matérias legais sobre o assunto: uma da Super Interessante e outra do Como Tudo Funciona. Porém o interessante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;   &lt;![endif]--> Quem não se sente aliviado quando solta um sonoro putaquepariu num momento de indignação? Bom, eu sim. Já foi cientificamente comprovado o porque de falar palavrão conseguir expressar realmente o sentimento que a pessoa quer passar. Duas matérias legais sobre o assunto: uma da <a href="http://super.abril.com.br/revista/249/materia_revista_267997.shtml?pagina=1">Super Interessante</a> e outra do <a href="http://pessoas.hsw.uol.com.br/palavroes-e-xingamentos4.htm">Como Tudo Funciona</a>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Porém o interessante é que algumas pessoas consideram isso “inapropriado”, “imoral” e por aí vai. Só o que eu tenho a dizer para estas pessoas: vão se foder! E no sentido literal da palavra: uma boa foda resolve muitos problemas, como estresse, depressão, até doenças como gripe e talz.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Falar palavrão para mim, hoje em dia, já é até parte do meu cotidiano. Não consigo mais contar um “causo” sem inserir no meio do discurso um “Meu, putaquemepariu” ou “Fodeu galera!” e fico até desconfortável quando não o posso.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Exemplificando: na minha empresa, por exemplo. Nenhum, quer dizer, quase nenhum colega meu fica falando palavrão durante o expediente. Ás vezes eu solto um “merda” ou “daí é foda neh” e já logo fico constrangida. Não por ter falado o palavrão em si, mas por ter medo do que eles vão pensar de mim.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Falar palavrão não é coisa de gente mal educada ou de favela. Falta de educação pra mim é jogar lixo no chão, esbarrar nos outros e não pedir desculpas, andar debaixo da marquise com guarda-chuva (AAAaaaaaaaarg, eu ODEIO isso!) e etecétera. Acho que quem conta uma história inserindo palavrões nela só está sendo sincero. Até naquelas matérias que citei lá em cima do post os caras dizem que <em>“(&#8230;) o sistema límbico é burro. Burro e sincero.(&#8230;)”</em>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Para cada situação exige um palavrão. Tipo, putaquepariu é o mais popular, está sempre naquelas ocasiões que você está indignado ou surpreso, ou os dois. Já o vaitomarnocú também pode significar surpresa, porém é mais quando você realmente quer que o seu ouvinte vá ir tomar naquela região em que o sol não bate. Vaitefude eu não uso muito, só em casos de extrema irritação. E, por fim mas não menos importante, tem o famoso “porra“. É quase um verbo auxiliar, sempre te auxiliando para dar aqueeeela emoção ao seu “causo”.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Enfim, se o seu problema é externar suas emoções, fale palavrão! Se tens uma história para contar, conte-a usando palavrão! É rápido, não dói nada. E é de graça. Parece até propaganda de creme redutor de gordura, não?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>UPDATE:</strong> Acho que acabei de ouvir um representante dizer &#8220;Fodástico&#8221;. Ou teria sido &#8220;Fantástico&#8221;? Aff.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_170" class="wp-caption alignnone" style="width: 215px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img title="cachorro" src="http://paulinhateixeira.files.wordpress.com/2009/04/vtnc2.jpg?w=205" alt="Idependente do seu tamanho, seja sincero!" width="205" height="300" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Independente do seu tamanho, seja sincero!</dd>
</dl>
</div>
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