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11 janeiro 2010 Loucas aventuras em Curitiba

Hello companheiros! Quanto tempo, hun?!

Caraca people, tenho tanta coisa para relatar, pobres mortais!

Primeiro de tudo: EU FUI NO IMAX DE CURITIBA!!!!!! Mas já chego lá, first thing first.

IMAX bitch!

Pra começar, quero informar-lhes que estou de férias da faculdade. Enfim, finalmente ( _o_ \o/ _o_ ) . E, até segunda ordem, férias permanentes. Assumi minha posição de loser aos 47 do segundo tempo, trancando a faculdade faltando apenas 4 matérias. Pois é, sigamos.

E vamos ao que interessa: minha emocionante viagem à Curitiba (a primeira foi acompanhada de minha excelentíssima irmã, @kahteixeira).

A aventura começou na sexta à noite, mais precisamente às 11:00, quando o ônibus da gloriosa empresa Pluma chegou. O que, aliás, não tinha nada de gloriosa. Ônibus da Eucatur são melhores. O horário estimado para chegada em Curitiba era as 06:00, porém chegamos às 08:20 por causa de um pneu furado no meio da serra. Começou bem.

saindo de Criciúma

Chegamos podres de cansadas e fomos pro apartamento do Cláudio, quem nos acolheu durante esta aventura (e que está acolhendo ainda o sr. Diego, aliás). Fizemos a nossa rota e saímos, alegres e saltitantes para desbravar Curitiba e seus ônibus riscados. O que, aliás, garrei UM nojo de andar de biarticulado! Foi o que mais fizemos naquele fim de semana. Mas não é que nem Criciúma que só tem três terminais: lá tem 31 (contados). Dá pra ir até São José dos Pinhas com R$ 2,20. E no domingo a passagem é R$ 1,00, caracterizando o “dia dos mano”.

No sábado visitamos o Jardim Botânico, andamos, andamos, paramos e descansamos um pouquinho, andamos denovo, visitamos a Ópera de Arame, andamos, andamos, paramos e descansamos um pouquinho, andamos denovo, tentamos visitar o Bosque do Alemão, sem sucesso, andamos, andamos, paramos e descansamos um pouquinho, andamos de novo e , enfim, aportamos no Shopping Barigui (eu acho, a esta altura já não me lembro a ordem dos shoppings…). Lá eu esquadrinhei a fnac (tenho uma tara de ficar olhando todos os livros) e depois fomos pro Palladium, onde assistimos Avatar em IMAX e 3D.

Meu, sinceramente, a experiência não foi a das melhores. Tipo, eu e minha irmã estávamos PODRES de cansadas da viagem e de andar por quase toda a cidade durante o sábado. A sessão começou as 22:00, e era legendado. 3D legendado, compañeros, não havs. A legenda ficava mudando de lugar (no meio, no canto direto e esquerdo) pra não ficar no meio dos personagens em 3D, e quando não tinha lugar na cena que desse pra enfiar a legenda, enfiavam-na no meio mesmo! No meio do 3D! Ficava impossível de ler a legenda em certas cenas. Realmente, eu que ODEIO filme dublado, fiquei desejando que fosse. E assim seguiu a humanidade, impressionada com a tela extra GG do IMAX e torturada pelo 3D. No ápice no filme, que era a cena de batalha entre os Na’vi e os humanos eu dormi. EU DORMI! Car@lho meu, chegou naquela hora e eu já nem queria saber mais do filme. Só queria o FINAL do filme. E, pelos relatos, minha irmã também.

na plataforma de embarqueDomingo acordamos fuck!ng cedo pra ir viajar de trem. Foi uma das coisas mais legais que já fiz, amei! A viagem era a famosa viagem de trem que sai de Curitiba e vai até Paranaguá. Porém nós ficamos em Morretes, mais perto e mais quente :D .

Pegando um arzinho na linguá, que nem cachorro

Falando nisso, cidadezinha horrível. No estilo de Santa Rosa do Sul, com o diferencial do desembarque do trem.

Resolvemos não almoçar (era meio-dia e os restaurantes eram fod@sdicamente caros) e esperar pelo ônibus. Esperamos 2 fuck!ng horas! Chegamos a dormir nos bancos da rodoviária. Parecia uns mendigos :D

Depois disso fomos ao Shopping Curitiba, almoçamos as 17:00 ( \o/ ) e fomos pra casa descansar um pouco para nos preparar pra viagem de volta, que, aliás, foi ótima, dormi o tempo todo (pegamos leito), não furou pneu e chegamos cedo. O motorista teve que nos acordar, porque eu a @kahteixeira estávamos babando…

No fim foi uma viagem muito legal, e que eu estou fazendo muitas vezes pois meu excelentíssimo está morando lá (o.O) e eu espero que em breve eu me junte a ele ( \o/ d).

9 setembro 2009 Batman: Arkham Asylum

Gamers de plantão, guardem bem esta data: 25 de agosto. Porque? Porque foi a data que divulgaram que finalmente lançariam o esperadíssimo jogo do morcegão – Batman: Arkham Asylum.

A princípio não coloquei muita fé, apoiando minha opinião preconceituosa em outros jogos baseados em filmes que foram lançados anteriormente. Para minha alegria, estava redondamente enganada. Joguei este final de semana a versão para Xbox e fiquei apaixonada.

BatmanJoker

O jogo se passa na prisão de tratamento psiquiátrico Arkham Asylum, na fictícia cidade de Gotham, que é para onde o Batmá está levando o Joker no seu morcego móvel (?) no início do jogo. O morcegão está levando pessoalmente o risonho pra prisão pois está com uma pulga atrás da orelha (e que orelha!) porque achou a captura do maluco e seus capangas muito fácil. Ele estava certo. Como sempre, o Joker faz uma cagada fenomenal e o Batimá tem que limpar.

Quanto a jogabilidade do jogo, eu sinceramente, não sei nem por onde começar. Os cenários são impressionantemente bonitos, com aquele toque sombrio que os filmes decentes do Batman tem. Casa perfeitamente com o estilo do herói.

As situações de lutas são um espetáculo à parte: se você quiser pode lutar com 10 caras ao mesmo tempo usando somente direcional e o botão da porrada (no caso do Xbox, o X), e ele dá uns combos ÉPICOS. Claro que se você levar porrada zera os pontos e começa a contar denovo. Aliás, QUASE TUDO que você faz no jogo te rende pontos que servem pra você upgradiar seus equipamentos e skills.

Porém nem tudo é porrada. Aliás porrada é só em algumas situações. O esquema do jogo é você pensar como o morcegão, agindo discretamente para atingir seus objetivos. Se você chegar num lugar com 2 caras armados com armas de fogo você tem que elaborar uma estratégia para pegá-los separadamente, porque se for na caruda você morre. Mesmo se você upgradiou sua vida no máximo, você DIE! É a vida.

Falando em pensar que nem o Batman, as situações em que você precisa criar uma estratégia são muito boas. Por exemplo, em um ambiente onde tem 5 capangas e um refém, é preciso pegar um por um sem que os outros vejam, pois se não, bye bye pro refém. Você pode chegar por trás (ui!) e dar aquele abraço, deixando o cara inconsciente, ou pode chegar planando e dar com os dois pés (literalmente) na cara do vilão, ou pode também puxar ele pra cima e deixá-lo pendurado de cabeça para baixo (minha preferida!). É muito divertido ver os capangas desesperados, gritando “The Bat is here!!!!” e atirando na própria sombra.

Outro ponto interessante são as charadas. Sim, o Charada está no jogo. Aliás, acho que todos os vilões do Batman são, no mínimo, mencionados. Até o ponto onde joguei não encontrei o Charada, mas já decifrei vários dos seus enigmas. Dentro da ilha o cara espalhou várias charadas, troféus, gravações de entrevistas com o vampiro com os pacientes, etc. E você ganha muuuitos pontos encontrando estas charadas, que ficam espalhadas pelo cenário. São quase como “mini-quests”, que pontua o toque de RPG que o jogo tem.

Aff, eu falaria muito mais do jogo, porque simplesmente a-do-rei, problema é que o post tá ficando muito grande. Vou deixar que vocês tirem suas próprias conclusões jogando este jogo maravilhoso, que entrou pro meu ranking de melhores jogos, ao lado de ninguém menos que Prince of Persia (o segundo, é claro).

28 julho 2009 Meus livros, minhas paixões

Não sei porque hoje (UPDATE: hoje não, semana passada, quando comecei a escrever este post) me deu uma vontade de escrever sobre livros. Acho que talvez seja pelo fato de ter terminado de ler o primeiro de cinco livros do aclamado Douglas Adams, O Guia do Mochileiro das Galáxias. Sim, acabei de ler apenas o primeiro, sou uma vergonha para minha classe, os nerds. guia

Enfim, terminei o primeiro e gostei. Sinceramente, me senti um pouco desconfortável desde quando comecei a lê-lo justamente por sua fama de “Bíblia dos Nerds”. Sei lá, todo mundo dizendo: É muito bom, cara! me dava uma sensação de pressão, que eu seria idiota se não gostasse. Pois bem, gostei, mas não taaanto assim como diziam que eu iria gostar.

O cara tem tiradas sarcásticas ótimas de vez em quando, e aquela parte que fala da resposta para “A vida, o Universo e tudo o mais” é genial. Porém senti um certo cansaço do jeito dele de relatar os fatos. Não sei como explicar, mas não consegui me envolver com a história, o livro não conseguiu me absorver que nem as histórias do Stephen King conseguem. Não estou dizendo que não gostei, mas é que simplesmente não me identifiquei com o estilo. Me perdoem nerds fanáticos por Douglas Adams, mas gosto é gosto. Porém vou ler os cinco livros por curiosidade, quero ver onde vai acabar esta bagaça, porque a premissa é bem inusitada.

E falando em Stephen King, quem me conhece sabe que sou fã dele. E como todo fã, ficou chateadíssima quando alguém acha as histórias do cara ridículas. Tipo, o estilo do cara é terror e fantasia, e fulano vem querer exigir coerência? Poxa, tá certo que três portas gigantes de carvalho na beira da praia é uma coisa meio doida, mas é o ESTILO DO CARA, porra! Se achar ridículo, não leia. E fim de papo.

serie torre negraFalando de portas na praia, eu PRECISO ler o quinto livro da série Torre Negra. O quarto eu li em pdf, no note e no PC, 800 e poucas páginas, no muque. Acho que levei uns 3 ou 4 meses pra conseguir ler, mas valeu a pena, a história é muito legal. Porém agora tenho que mexer meu traseiro gordo e ler o quinto livro – Lobos de Calla – de uma vez. Comprei o sexto – Canção de Susanah – e não tenho o quinto ainda. :(

Uma das coisas que eu mais gosto nas histórias do King é a crueza com que ele redige o assunto. Por muitas vezes é possível encontrar palavrões e palavras chulas no seu texto. Também é fácil se deparar com situações em que se vê claramente o quão esclarecido e livre de tabus o autor é. Desde um quase incesto até um cara correndo pelado com uma antena de carro na mão, ele consegue descrever isso tudo com uma frieza de quem corta a mortadela pra pôr no pão (rimou :S).

Talvez seja por isso que eu não tenha gostado tanto do livro do Adams. O cara das galáxias é um pouco mais polido, mas muito direto. King é direto, mas não é polido, e apesar de que às vezes que ele perde tempo com descrições de cenários (encheção de linguiça), sua narrativa não é chata. Adams perde pouquíssimo tempo com descrição de cenários, e pode ser onde eu estranhei seu texto: sempre vai direto ao ponto, não puxa histórias de outros tempos durante a narrativa, descreve o que é necessário e o que ele quer que você saiba. E ponto final. King mescla bastante em suas histórias flashbacks com a narrativa atual, e por muitas vezes se atém apenas ao pensamento do personagem, ao seu estado de espírito, e isso se estende por muitas páginas, na maioria.

Resumindo, acredito que apenas estou estranhando o estilo. Quando li Anjos e Demônios e Código da Vinci também foi estranho, mas só no começo. Talvez seja porque Brown também segue essa linha do King, de descrever cenários e os espíritos dos personagens, porém de uma forma meio entediante. E Adams é direto, bem direto, mas não chega a ser entediante. Só preciso me acostumar a correr junto com ele durante a história.

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  • Este blog é sobre tudo o que eu gosto... e sobre o que eu não gosto também. Afinal, não podemos dizer que não gostamos de algo quando sequer o conhecemos, não é? Por isso que assisto filme ruim: para poder falar mal depois! Leia mais sobre mim aqui.

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