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9 setembro 2009 Batman: Arkham Asylum

Gamers de plantão, guardem bem esta data: 25 de agosto. Porque? Porque foi a data que divulgaram que finalmente lançariam o esperadíssimo jogo do morcegão – Batman: Arkham Asylum.

A princípio não coloquei muita fé, apoiando minha opinião preconceituosa em outros jogos baseados em filmes que foram lançados anteriormente. Para minha alegria, estava redondamente enganada. Joguei este final de semana a versão para Xbox e fiquei apaixonada.

BatmanJoker

O jogo se passa na prisão de tratamento psiquiátrico Arkham Asylum, na fictícia cidade de Gotham, que é para onde o Batmá está levando o Joker no seu morcego móvel (?) no início do jogo. O morcegão está levando pessoalmente o risonho pra prisão pois está com uma pulga atrás da orelha (e que orelha!) porque achou a captura do maluco e seus capangas muito fácil. Ele estava certo. Como sempre, o Joker faz uma cagada fenomenal e o Batimá tem que limpar.

Quanto a jogabilidade do jogo, eu sinceramente, não sei nem por onde começar. Os cenários são impressionantemente bonitos, com aquele toque sombrio que os filmes decentes do Batman tem. Casa perfeitamente com o estilo do herói.

As situações de lutas são um espetáculo à parte: se você quiser pode lutar com 10 caras ao mesmo tempo usando somente direcional e o botão da porrada (no caso do Xbox, o X), e ele dá uns combos ÉPICOS. Claro que se você levar porrada zera os pontos e começa a contar denovo. Aliás, QUASE TUDO que você faz no jogo te rende pontos que servem pra você upgradiar seus equipamentos e skills.

Porém nem tudo é porrada. Aliás porrada é só em algumas situações. O esquema do jogo é você pensar como o morcegão, agindo discretamente para atingir seus objetivos. Se você chegar num lugar com 2 caras armados com armas de fogo você tem que elaborar uma estratégia para pegá-los separadamente, porque se for na caruda você morre. Mesmo se você upgradiou sua vida no máximo, você DIE! É a vida.

Falando em pensar que nem o Batman, as situações em que você precisa criar uma estratégia são muito boas. Por exemplo, em um ambiente onde tem 5 capangas e um refém, é preciso pegar um por um sem que os outros vejam, pois se não, bye bye pro refém. Você pode chegar por trás (ui!) e dar aquele abraço, deixando o cara inconsciente, ou pode chegar planando e dar com os dois pés (literalmente) na cara do vilão, ou pode também puxar ele pra cima e deixá-lo pendurado de cabeça para baixo (minha preferida!). É muito divertido ver os capangas desesperados, gritando “The Bat is here!!!!” e atirando na própria sombra.

Outro ponto interessante são as charadas. Sim, o Charada está no jogo. Aliás, acho que todos os vilões do Batman são, no mínimo, mencionados. Até o ponto onde joguei não encontrei o Charada, mas já decifrei vários dos seus enigmas. Dentro da ilha o cara espalhou várias charadas, troféus, gravações de entrevistas com o vampiro com os pacientes, etc. E você ganha muuuitos pontos encontrando estas charadas, que ficam espalhadas pelo cenário. São quase como “mini-quests”, que pontua o toque de RPG que o jogo tem.

Aff, eu falaria muito mais do jogo, porque simplesmente a-do-rei, problema é que o post tá ficando muito grande. Vou deixar que vocês tirem suas próprias conclusões jogando este jogo maravilhoso, que entrou pro meu ranking de melhores jogos, ao lado de ninguém menos que Prince of Persia (o segundo, é claro).

27 março 2009 Jogo do demonho!

Estou falando de Bioshock. Que jogo mais viciante! Cheguei até a gaziar aula na facul pra jogar… É um FPS que se passa numa cidade que fica no meio do oceano. O começo do jogo já é pra te deixar ligado: o avião onde você estava cai no meio do oceano e você já começa jogando no meio chamas e destroços, tendo que guiar seu personagem até um prédio no meio do mar. Depois que você entra no prédio e entra no mini-submarino que tem lá dentro, você vai para a tal cidade – Rapture – que fica no fundo do mar! Lá embaixo as pessoas estão meio malucas, matando umas às outras e tal. A cada nova fase você tem as missões para cumprir, sendo preciso voltar ao mesmo cenário várias vezes para completar a missão. Mas o que eu acho mais legal são os sustos. Há situações que te pegam desprevenido e te dão um susto desgraçado. Acho que a parte que eu mais me assustei (spoiler) foi numa sala onde fica saindo um gás do teto. Eu entrei na sala e ficou tudo branco, sai em disparada, obviamente. Mas vi que nada aconteceu, voltei na sala. Estava no canto pegando uns itens e fica tudo branco denovo, mas não me importei muito. Quando volta ao normal e eu me viro tem um cara atrás de mim, mas meu, colado em mim praticamente. Eu tava com uma Shotgan, na hora dei um tiro, no susto é claro, que o cara virou num oito no ar! Minha irmã, que estava assistindo, chegou a gritar. Mas o pior é que eu levei um susto tão grande que não sei se eu gritei também… Na real, é um jogo do demo mesmo! Mas muito bom, estou doida pra jogar de novo!

Bioshock

Bioshock

17 outubro 2008 Homem de Ferro (Iron Man)

A moda agora é adaptação. De filme, de jogo, de livro… Estão faltando idéias novas ou as produtoras dos filmes adaptados têm mais dinheiro para divulgação que os “originais”? Pois bem, com essa onda apareceu trilhões de filmes, alguns uma grande bosta, outros tão bem feitos que dá pra tirar o chapéu. É nesta última categoria que se encaixa IronMan. Baseado em uma história em quadrinhos (que eu desconheço), IronMan conta a história de um empresário milionário/cientista gênio/egocêntrico, Tony Stark, dono de uma indústria de armas, que é seqüestrado por terroristas que o obrigam a construir uma réplica de um míssil que foi recém lançado pela sua indústria. Porém enquanto está enclausurado, ele percebe que os caras não vão soltá-lo depois de ele terminal o projeto: vão simplesmente matá-lo. Daí então ele têm uma brilhante idéia: criar uma “armadura”, com armas embutidas, para poder fugir do lugar. Só.  E ele realmente consegue este feito. Mas enquanto está preso nas cavernas, ele percebe que os seus seqüestradores utilizam armas suas, e é quando se dá conta de quanto mal a sua indústria está causando ao mundo. A idéia geral parece estapafúrdia (palavra feia neh!), quase apelativa: um cara que cria uma armadura praticamente indestrutível (é feita com a mesma liga de satélites), que voa (ele quebra a barreira do som) e tem inteligência artificial… Porém quando se assiste o filme você nem pensa nisso… Ele consegue te levar, te convencer, te conquistar desde o início. Em nenhum momento você pensa: Putz, que fria! pois cada elemento da história – armadura, aquele negocinho no peito dele (…) ou o próprio Tony Stark – nos é apresentado com uma naturalidade que você acha apenas tudo: Muito legal cara!!! Outro elemento que ajuda são os atores. Robert Downey Jr. ficou simplesmente perfeito neste papel. Acredito que nenhum outro o faria tão bem quanto ele. Não parece mala demais, nem simples (tanso) demais. Simplesmente, ele É o Tony Stark. Outra também que ficou ótima foi a Gwyneth Paltrow. Apesar de ter me desencantado com ela em Prof – A Prova em português – (ela parece meio retardada naquele filme), adorei ela neste.  Enfim, IronMan nos passa uma mensagem simples: o cara não se importava com ninguém, mas depois que foi vítima de sua própria criação, começou a querer salvar o mundo. Simples assim. Ou seja, pra você ser capaz de ver as burradas que você fez pros outros tem que levar uma nas orelha também. Acredito que não seja nada além da verdade. Apesar de muitos de nós pensarmos que não, é assim que a maioria age. Porém Tony Stark tenta reparar o erro, lutando contras os terroristas, mas, assim como as pessoas que morreram no filme por causa das suas armas, na vida real há situações em não se pode remediar também.

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  • Este blog é sobre tudo o que eu gosto... e sobre o que eu não gosto também. Afinal, não podemos dizer que não gostamos de algo quando sequer o conhecemos, não é? Por isso que assisto filme ruim: para poder falar mal depois! Leia mais sobre mim aqui.

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