Descobrindo Curitiba (pt. 2)

Mais um post da seção “Desbravando”, porém não é sobre Curitiba em si, mas uma cidade perto, Morretes.

Entrada do santuário

Sexta-feira passada, dia 29 de outubro, a empresa onde trabalho realizou uma confraternização em comemoração aos seu cinco anos de existência. E esse evento foi no Santuário Nhundiaquara, que fica em Morretes.

A proposta era ficar o dia inteiro lá, com direito a boiacross e trilha no meio do mato. Adivinha em qual eu fui? Boiacross, é óbvio neh!

Pra quem não sabe o que é, boiacross é o esporte (?) que consiste em descer o rio de bóia. Simples assim. Não, não tinha cachoeiras, ok? Era só correnteza, sem quedas muito bruscas.

Na primeira parte do trajeto eu perdi minhas sapatilhas (:( ). Mas não fiquei triste porque foi burrice minha mesmo, devia ter ido de tênis, como sugeriram os guias. Mas, sigamos.

Em uma outra parte eu fiquei presa entre duas pedras, pois o rio estava muito baixo. Mas a correnteza era forte naquele trajeto e eu não conseguia tirar a bóia dali. Então veio uma outra menina e ficou me empurrando, porém ela também não conseguia sair…

Bem essa queda...

Então eu fiquei tentando sair, tipo dando uns pulinhos e puxando a bóia pra cima pra ver se saia e numa dessas eu caí da bóia. Mas o problema é que eu estava de costas pro fluxo do rio, então eu caí bem de cabeça dentro d’água! E com a bóia por cima! Foi muito engraçado, a menina toda desesperada achando que eu tinha me afogado…

E na última parte tinha um tobogã. E eu inventei de descer… Mas eu esqueci do detalhe de que eu estava de CAMISETA e CALÇA, e roupas diminuem muito a velocidade na descida.

Nisso eu fui e empaquei no meio do caminho. E logo em seguida meu colega desceu também. Mas, como ele estava só de calção de banho, veio que foi um foguete… E eu me desesperei! Quando ele me viu tentou parar no meio freando com as mãos nas bordas do tobogã, mas mesmo assim ainda tava rápido.

Então eu alternava entre gritar e tentar ir rápido… E ele tentando parar pra não me atropelar… Quando eu finalmente encontrei o final do tobogã me joguei na água com tudo, mas no desespero esqueci de trancar a respiração e fechar a boca… Acho que tomei uns três litros de água. E depois que eu consegui sair do rio nem quis mais saber de água, fui trocar de roupa e almoçar. \o/

Foi um dia muito legal, o passeio de bóia dura uma hora, mais ou menos. E no lugar também tem chalés, então dá pra passar o fim de semana. Se quiser só descer o rio, parece que é só cinco reais. Parece, não tenho certeza. Mas vale a pena, eu recomendo!

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Descobrindo Curitiba

Então (ah como eu adoro gente que começa a frase com “então”).

Troquei o tema do blog mais uma vez. Tinha gostado do antigo por causa do rodapé. Mas… neh. O resto todo era esquisito, então… Troquei novamente.

Mas não é só isso que eu vim contar. Queria falar de um monte de coisa, sabe. Dos jogos que eu estou jogando, dos filmes que estou vendo, livros que estou lendo (ou melhor, tentando).

Porém, por enquanto vou ficar nos lugares que estou conhecendo. Eu e o meu excelentíssimo marido Diego fizemos um acordo: todo final de semana (se tivermos dinheiro, óbvio) vamos conhecer um lugar diferente de Curitiba. E neste domingo (é um real!) foi o Bosque Alemão.

Como o próprio nome entrega, é um bosque com inspiração alemã. E tem uma trilha super charmosa, de pedrinhas e tal, onde você vai caminhando e lendo a história de Joãozinho e Maria. Tudo a ver com a trilha no meio do bosque! Realmente é um lugar bem charmoso.

Também tem um, ah, sei lá como chamar, tipo um salão imitando a arquitetura de uma igreja alemã e se chama Oratório Bach. Tem um palco e mesinhas, pra fazer shows e apresentações.

E tem uma torta alemã (torta de bolacha, como disse o Diego) DELICIOSA! Nem sei descrever…

Ah, tem o mirante também, que, como todo bom mirante (?) dá pra ver uma boa parte da cidade de Curitiba.

Enfim, esse foi mais um passeio pela gloriosa Curitiba. Mais novidades eu updateio vocês. <3

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Tropa de elite, osso duro de roer…

Bom dia, quirido! Como vai você? E a mãe, vai bem? A minha vai, obrigada.

Então.

Vi Tropa de Elite II ontem, e, bom, adorei o filme. Então não podia deixar de comentar.

A história começa já com o capitão Nascimento, quer dizer, coronel Nascimento, levando tiros, muitos tiros. Exemplo clássico de filme onde parece que estão mostrando o final do filme, e que tudo o que você vai ver culminará nesta cena, mostrado já no início da sessão. A cena que se segue é uma invasão ao “Bangu I”, com a legenda “quatro anos antes”, confirmando a teoria acima.

Nesta história, temos um Nascimento mais experiente, porém fodido. Não conseguiu reaver a família, como tinha prometido ao público no final do primeiro filme. Agora eu poderia dizer que este é mais um clichê, mostrando o protagonista sozinho, fodido e mal pago. Mas aí é que precisamos nos livrar destes conceitos, pois, mesmo que a idéia geral você já tenha visto inúmeras vezes, o talento e o diferencial de uma obra você vê na forma como é contada esta idéia.  E é neste ponto que Tropa 2 conseguiu o status de “melhor que o primeiro”.

Enquanto que em Tropa 1 tínhamos uma série de frases marcantes, demonstrando toda a fodacidade do Capitão, juntamente com a fodacidade do treinamento do Bope e talecoisa, em Tropa 2 temos uma história que aposta mais na revolta que todo brasileiro sente em relação à corrupção e violência. Em Tropa 1 tínhamos um divertimento “fanfarrão”, nas próprias palavras do capitão. Já em Tropa 2 temos o divertimento de nos sentirmos “vingados” assistindo o agora coronel dar uma bela de uma surra em um deputado corrupto.

Portanto, assistimos a um filme mais maduro em relação ao seu antecessor, abrangendo não somente a realidade das favelas, que, apesar de ser uma coisa que todos conhecemos, nem todos temos contato com esta realidade (eu inclusa), mas a realidade da corrupção em si, a nível nacional. Toca lá no fundinho, lá no patriotismo que, apesar de reclamarmos da pátria, todo brasileiro tem.

Enfim, é um filme que vale apena sair de casa pra ver em uma segunda-feira depois de um dia de trabalho. Valeu até o camarão empanado que eu comi antes, que aliás foi o pior camarão DA MINHA VIDA, além de um atendimento péssimo, do Vivenda do Camarão, no Shopping Palladium. #fikadika

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