Ano novo, planos novos

Então que virou o ano. Passou Natal, Revellion e eu nem dei as caras por aqui. Fazer o que, é a minha preguiça que não me deixa escrever, sabe.

Comecemos pelo início. Dia 23 foi o último dia do ano de 2010 que eu trabalhei. E foi o último dia que eu twittei também. Afinal, é folga neh, folga de tudo então.

Dia 20 vieram minha mãe e minha irmã me visitar. Ficaram até dia 30. Meu pai só pode vir dia 24, e ficou até terça de manhã lá em casa.

Foi tudo tão bom, sabe. Relembrar como era chegar em casa e ser recebida pela mamãe… Conversar e ver filmes que eu já vi só pra mostrar pra minha irmã. Até então não tinha me dado conta do quanto de saudade eu tava delas. E só senti o tamanho real quando elas foram embora. Deu vontade de pedir pra elas ficarem mais, pra gente ir pro shopping fuçar nas lojas e não comprar nada. Mas não fiz isso.

Meu pai ficou pouco tempo, parecendo mais visita mesmo. Mas a saudade também era grande. Chegou e já foi embora, sem nem dar tempo de eu pensar em me acostumar.

Mas né, as coisas mudaram muito, e a saudade é uma coisa que a gente tem que saber administrar. Mesmo doendo o peito e fazendo a cabeça doer de tanto tentar segurar o choro no trabalho (fiasco), a vida segue. Com muitos planos pela frente.

Acho que 2010 foi o ano que mais teve mudanças importantes na minha vida. Terminei meu TCC, mudei de estado, de estado civil. Vim morar na minha cidade dos sonhos brasileira (Curitiba) e em um apartamento, o que nós sempre sonhamos.

Porém vir morar aqui foi só o primeiro passo. Temos muitos outros planos, de conhecer outros lugares, outros países, morar fora e etc., que nem daria pra escrever tudo aqui.

Mas não pense você que eu quero tudo isso de 2011. Não, eu não tenho pressa. Porque, afinal, a felicidade não é um destino, e sim o caminho. E o meu está sendo bem feliz, obrigada.

Mas alguma coisinhas simples eu quero pra este ano, sim. Tipo terminar a minha faculdade, fazer um curso de inglês, poder ir visitar minha família, ir à praia de novo… E outras coisinhas pequenas que eu sei que vou conseguir, junto com meu excelentíssimo esposo, afinal, já fizemos até as contas!

Só pra terminar, queria dizer neste primeiro post de 2011 que 2010 foi embora com gostinho de saudade e até um pouco de tristeza, mais 2011 veio com muito entusiasmo e energia para planos que serão conquistados.

Feliz 2011.

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Jogos que amo: Assassin’s Creed

Pois é, inaugurei mais uma página no blog, a “Minhas listas”. Ficou no lugar do “Contato”, já que não era usada mesmo.

Enfim.

Nesta página tem uma lista de filmes que eu já vi e recomendo, os que eu quero ver, bandas que eu curto e jogos. Jogos que eu fechei, que estou jogando, etc. Elas ficam lá no topo da página, só colocar o mouse em cima (não clicar) do Minhas Listas que desce o menuzinho, seu preguiçoso.

Mas eu acho que a parte de jogos merece uma atenção maior. Gosto de discursar sobre eles sabe, e não somente citá-los, linkando os traillers e tal. Por isso que estou começando essa categoria, pra discorrer sobre os que eu mais gosto.

Eu começaria pelo Batman: Arkham Asylum, mas já falei dele aqui. E ficar repetindo post é foda. Comecemos então por ordem alfabética, porque morro de indecisão pra escolher um por onde começar.

Não joguei o primeiro, não sei bem como é a história. Só sei que você joga com o antepassado do Desmond, o personagem principal, Altair. E você é um assassino. Duh.

O 2 não foge disso. Ainda tem o Desmond, e você joga com outro antepassado dele, o Ezio Auditore da Firenze, usando aquela máquina medonha lá. Os gráficos são excelentes, jogabilidade ótima e o roteiro também é muito bom.

Mas o que mais gostei deste jogo foi o “free run”. Se você jogou qualquer Prince of Persia (os 3D, é claro) e adorou as macaquices do Dastan, vai amar Assassin’s. Primeiro que ele se pendura em qualquer coisa. QUALQUER COISA. Janelas, sacadas, cruzes (!)  etc., tudo serve pra ele se pendurar. E é por isso que se chama free run: você é livre pra usar todo o cenário à seu favor. Seja fugindo dos inimigos, indo pelos telhados pra chegar mais rápido aos destinos (eu!) ou pra jogar os guardas lá de cima (eu também), tudo é utilizável. Até poços e os tradicionais (na série Assassin’s Creed) montinhos de palha servem pra você se esconder.

O roteiro é outro caso á parte. Muito bem amarrado, mistura ficção científica com história do mundo. Apesar de você jogar na época dos Templários, o jogo se passa também no tempo atual, com máquinas capazes de fazer você reviver as memórias de seus antepassados que habitam o seu DNA, e, melhor ainda, aprender técnicas de luta com isso.

O foco agora é sobre a origem da vida na Terra, e para isso é preciso juntar várias partes de um quebra-cabeça. Porém os Templários também querem estas partes, e é esse o objetivo principal: pegar e proteger estas peças.

O jogo conta também, além das missões principais, missões alternativas, com as quais você ganha dinheiro ao completá-las. São do tipo: bater em um marido traidor, matar alguém, entregar uma carta, apostar corrida com um ladrão e etc. Isso é bem divertido, pois, além de te ajudar a treinar suas habilidades, depois de terminar a história principal é possível continuar e fazer essas missões.

Para finalizar, na minha (humilde) opinião, este é um jogo muito bonito (gráficos), legal (jogabilidade) e educativo (mistura fatos históricos no roteiro, além de todos os mapas serem baseados em mapas reais). Então, é recomendadíssimo para quem gosta do gênero.

Segue o trailler, para terem uma idéia.

Se quiserem ver mais vídeos de jogos entre outras besteiras que encontro pela internets, acesse o meu canal do Youtube  -> paula4teixeira

Bjuuuuu.

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Coisas que já fiz: Maldades (pt 2)

Continuando com a categoria de coisas que eu já fiz nessa minha vidinha ordinááááária, aí vai mais uma listinha de maldades que já fiz com os habitantes desse negócio redondo e fedido chamado Terra.

Já fingi que não estava em casa pra não atender à porta à testemunhas de Jeová. E quem não fez, neh? Daí a minha mãe, quando via os cidadãos, ia lá no meu quarto, falando baixinho, me mandar atender os caras. PQP.

Já amarrei um fio de cobre de um lado ao outro da rua pra pegar os passantes. Eu e a minha queridíssima irmã, claro. Mas o pior é que todo mundo conhecia a gente e nos via morrendo de rir atrás do muro. Mas era engraçado. Naquela época, claro.

Obrigava minha irmã a assistir filme de terror comigo, no escuro. Fiz isso várias vezes. Talvez seja por isso que ela tenha medo de zumbis atualmente. Lembro daquele filme ridículo de zumbis que passava no SBT à tarde. Zumbis radioativos. :/

Já trollei um ex-namorado. Estava indo com o cidadão no shopping, porém não sabia que era a primeira vez do coitado, visto que eu praticamente batia cartão lá todos os finais de semana. A porta do shopping em questão tinha sensor de presença para abrir, e quando nós conseguimos ver a porta de longe, ele vê que a porta está fechada e diz: ow Paula, tah fechado o shopping. Depois de um momento de reflexão, medindo se ele estava tirando uma com a minha cara e concluindo que não, ele acreditava nisso, eu disse: É mesmo, cara, tah fechado. Mas vamos lá ver de perto. – Não Paula, pra que? – ele dizia isso e me puxava pelo braço. Tive que arrastar o dito cujo até a porta pra ele depois dizer, boquiaberto: Ói, abriu sozinha! E eu respondi: É que tem uns anõezinhos lá em cima que abrem a porta quando alguém chega… Daí que ele entendeu que estava sendo trollado e ficou bravo comigo. #trollface

Já fiz minha irmã lamber sabonete. Ainda estávamos na idade que a mãe mandava tomar banho juntas. Ela, uns 6 ou 7 e eu uns 13 ou 14. Então que a mãe comprava sabonete com cheiro de fruta pra ela tomar banho brincando, sabe como é criança chata, fica esperneando para lavar o suvaco. Estávamos lá, ela na banheirinha azul dela (há, tem foto dessa banheira! <3 ) e eu digo: Ow Carla, sabia que esse sabonete tem gosto de morango? – Mentira!  – Tem sim, olha só o cheiro! – Ah Paula, mentira! – falou ela mas como quem já está meio convencida. – Tem, passa a língua pra ti ver. E não é que ela passou mesmo? E não contente depois da choradeira que ela fez, consegui convencê-la a lamber o outro lado do sabonete, alegando que ela que tinha lambido errado…

Já soltei um monte de cigarras em frente a minha casa. A minha brincadeira favorita era andar no meio do mato com as minhas amigas. Engraçado que nunca me perdia… Enfim, um dia desses eu e a Gisele, companheira dessas saídas, pegamos um vidro vazio daqueles de conserva e inventamos de caçar cigarras. Pegamos tantas que os vidros chegavam a vibrar com a cantoria desesperada delas. Daí terminamos e pensamos: o que vamos fazer com isso tudo de cigarras? – Vamos soltar neh! Resultado: milhões delas cantando a noite inteira na frente da minha casa.

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