Jogos que amo: Assassin’s Creed

Pois é, inaugurei mais uma página no blog, a “Minhas listas”. Ficou no lugar do “Contato”, já que não era usada mesmo.

Enfim.

Nesta página tem uma lista de filmes que eu já vi e recomendo, os que eu quero ver, bandas que eu curto e jogos. Jogos que eu fechei, que estou jogando, etc. Elas ficam lá no topo da página, só colocar o mouse em cima (não clicar) do Minhas Listas que desce o menuzinho, seu preguiçoso.

Mas eu acho que a parte de jogos merece uma atenção maior. Gosto de discursar sobre eles sabe, e não somente citá-los, linkando os traillers e tal. Por isso que estou começando essa categoria, pra discorrer sobre os que eu mais gosto.

Eu começaria pelo Batman: Arkham Asylum, mas já falei dele aqui. E ficar repetindo post é foda. Comecemos então por ordem alfabética, porque morro de indecisão pra escolher um por onde começar.

Não joguei o primeiro, não sei bem como é a história. Só sei que você joga com o antepassado do Desmond, o personagem principal, Altair. E você é um assassino. Duh.

O 2 não foge disso. Ainda tem o Desmond, e você joga com outro antepassado dele, o Ezio Auditore da Firenze, usando aquela máquina medonha lá. Os gráficos são excelentes, jogabilidade ótima e o roteiro também é muito bom.

Mas o que mais gostei deste jogo foi o “free run”. Se você jogou qualquer Prince of Persia (os 3D, é claro) e adorou as macaquices do Dastan, vai amar Assassin’s. Primeiro que ele se pendura em qualquer coisa. QUALQUER COISA. Janelas, sacadas, cruzes (!)  etc., tudo serve pra ele se pendurar. E é por isso que se chama free run: você é livre pra usar todo o cenário à seu favor. Seja fugindo dos inimigos, indo pelos telhados pra chegar mais rápido aos destinos (eu!) ou pra jogar os guardas lá de cima (eu também), tudo é utilizável. Até poços e os tradicionais (na série Assassin’s Creed) montinhos de palha servem pra você se esconder.

O roteiro é outro caso á parte. Muito bem amarrado, mistura ficção científica com história do mundo. Apesar de você jogar na época dos Templários, o jogo se passa também no tempo atual, com máquinas capazes de fazer você reviver as memórias de seus antepassados que habitam o seu DNA, e, melhor ainda, aprender técnicas de luta com isso.

O foco agora é sobre a origem da vida na Terra, e para isso é preciso juntar várias partes de um quebra-cabeça. Porém os Templários também querem estas partes, e é esse o objetivo principal: pegar e proteger estas peças.

O jogo conta também, além das missões principais, missões alternativas, com as quais você ganha dinheiro ao completá-las. São do tipo: bater em um marido traidor, matar alguém, entregar uma carta, apostar corrida com um ladrão e etc. Isso é bem divertido, pois, além de te ajudar a treinar suas habilidades, depois de terminar a história principal é possível continuar e fazer essas missões.

Para finalizar, na minha (humilde) opinião, este é um jogo muito bonito (gráficos), legal (jogabilidade) e educativo (mistura fatos históricos no roteiro, além de todos os mapas serem baseados em mapas reais). Então, é recomendadíssimo para quem gosta do gênero.

Segue o trailler, para terem uma idéia.

Se quiserem ver mais vídeos de jogos entre outras besteiras que encontro pela internets, acesse o meu canal do Youtube  -> paula4teixeira

Bjuuuuu.

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