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	<title>Lutando contra a preguiça &#187; Minhas Histórias</title>
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		<title>Coisas que já fiz: Maldades (pt 2)</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 15:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas que já fiz]]></category>
		<category><![CDATA[Inutilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Minhas Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
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		<description><![CDATA[Continuando com a categoria de coisas que eu já fiz nessa minha vidinha ordinááááária, aí vai mais uma listinha de maldades que já fiz com os habitantes desse negócio redondo e fedido chamado Terra. Já fingi que não estava em casa pra não atender à porta à testemunhas de Jeová. E quem não fez, neh? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Continuando com a categoria de coisas que eu já fiz nessa minha vidinha ordinááááária, aí vai mais uma listinha de maldades que já fiz com os habitantes desse negócio redondo e fedido chamado Terra.</p>
<p><strong>Já fingi que não estava em casa pra não atender à porta à testemunhas de Jeová.</strong> E quem não fez, neh? Daí a minha mãe, quando via os cidadãos, ia lá no meu quarto, falando baixinho, me mandar atender os caras. PQP.</p>
<p><strong>Já amarrei um fio de cobre de um lado ao outro da rua pra pegar os passantes.</strong> Eu e a minha queridíssima irmã, claro. Mas o pior é que todo mundo conhecia a gente e nos via morrendo de rir atrás do muro. Mas era engraçado. Naquela época, claro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Obrigava minha irmã a assistir filme de terror comigo, no escuro.</strong> Fiz isso várias vezes. Talvez seja por isso que ela tenha medo de zumbis atualmente. Lembro daquele filme ridículo de zumbis que passava no SBT à tarde. Zumbis radioativos. :/</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Já trollei um ex-namorado.</strong> Estava indo com o cidadão no shopping, porém não sabia que era a primeira vez do coitado, visto que eu praticamente batia cartão lá todos os finais de semana. A porta do shopping em questão tinha sensor de presença para abrir, e quando nós conseguimos ver a porta de longe, ele vê que a porta está fechada e diz: ow Paula, tah fechado o shopping. Depois de um momento de reflexão, medindo se ele estava tirando uma com a minha cara e concluindo que não, ele acreditava nisso, eu disse: É mesmo, cara, tah fechado. Mas vamos lá ver de perto. – Não Paula, pra que? – ele dizia isso e me puxava pelo braço. Tive que arrastar o dito cujo até a porta pra ele depois dizer, boquiaberto: Ói, abriu sozinha! E eu respondi: É que tem uns anõezinhos lá em cima que abrem a porta quando alguém chega&#8230; Daí que ele entendeu que estava sendo trollado e ficou bravo comigo. #trollface</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Já fiz minha irmã lamber sabonete. </strong>Ainda estávamos na idade que a mãe mandava tomar banho juntas. Ela, uns 6 ou 7 e eu uns 13 ou 14. Então que a mãe comprava sabonete com cheiro de fruta pra ela tomar banho brincando, sabe como é criança chata, fica esperneando para lavar o suvaco. Estávamos lá, ela na banheirinha azul dela (há, tem foto dessa banheira! &lt;3 ) e eu digo: Ow Carla, sabia que esse sabonete tem gosto de morango? – Mentira!  &#8211; Tem sim, olha só o cheiro! – Ah Paula, mentira! – falou ela mas como quem já está meio convencida. – Tem, passa a língua pra ti ver. E não é que ela passou mesmo? E não contente depois da choradeira que ela fez, consegui convencê-la a lamber o outro lado do sabonete, alegando que ela que tinha lambido errado&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Já soltei um monte de cigarras em frente a minha casa. </strong>A minha brincadeira favorita era andar no meio do mato com as minhas amigas. Engraçado que nunca me perdia&#8230; Enfim, um dia desses eu e a Gisele, companheira dessas saídas, pegamos um vidro vazio daqueles de conserva e inventamos de caçar cigarras. Pegamos tantas que os vidros chegavam a vibrar com a cantoria desesperada delas. Daí terminamos e pensamos: o que vamos fazer com isso tudo de cigarras? – Vamos soltar neh! Resultado: milhões delas cantando a noite inteira na frente da minha casa.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2010/11/Cool_face_802.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-539" title="Cool_face_802" src="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2010/11/Cool_face_802-300x244.png" alt="" width="300" height="244" /></a></p>
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		<title>Coisas que já fiz: Maldades</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 18:41:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas que já fiz]]></category>
		<category><![CDATA[Inutilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Minhas Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Maldade]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma coluna dentre as milhões que tem aqui, onde vou contar alguns &#8220;causos&#8221; da minha vidinha. Começando pelas maldades, afinal é a mais engraçada. Apesar de que aquelas situações que eu me fodo serem sempre mais engraçadas, preferi começar contando aquelas onde eu me dou bem, pra ver se eu convenço alguém de que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mais uma coluna dentre as milhões que tem aqui, onde vou contar alguns &#8220;causos&#8221; da minha vidinha. Começando pelas maldades, afinal é a mais engraçada. Apesar de que aquelas situações que eu me fodo serem sempre mais engraçadas, preferi começar contando aquelas onde eu me dou bem, pra ver se eu convenço alguém de que eu sou legal.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos aos contos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Já joguei pedra em alguém</strong>. Não foi de propósito. Um colega estava me estressando na rua e eu, no auge da minha sabedoria de 12 anos, tive a brilhante idéia de jogar uma pedra por cima do guri, pra assustar. Mas calhou de um OUTRO guri, mais novo e bem menor, estar EXATAMENTE na frente deste meu colega, de um jeito que eu não consegui vê-lo. Resumindo: acertou em cheio a cabeça do moleque, meu colega sentiu que ia dar merda e saiu correndo e no outro dia a mãe do guri estava me esperando na rua.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quase matei meu namorado/marido de susto.</strong> Eu tenho um toque de celular que é uma mulher berrando. Mas, tipo, parece que estão arrancando algum órgão dela, sei lá, de tão horrível. E eu coloquei este toque de despertador, programei pras seis da manhã de um domingo e coloquei debaixo do travesseiro dele. Resultado: ele acordou em um pulo, achando que a casa tava pegando fogo e a mãe dele estava gritando. Ficava olhando pros lados, com os olhos esbugalhados, mexendo a cabeça a cada grito, parecendo um suricate. #rilitros</p>
<div id="attachment_538" class="wp-caption aligncenter" style="width: 234px"><a href="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2010/11/suricate.jpg"><img class="size-medium wp-image-538" title="suricate" src="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2010/11/suricate-224x300.jpg" alt="" width="224" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Diego</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Já roubei dinheiro do meu primo.</strong> Eu tinha uns 10 ou 12 anos, e ele uns 8. Ele tinha uma bolsinha cheia de moedas, e eu não tinha nenhum centavo. Daí eu roubei 50 centavos dele, e quase morri de remorso uns 6 meses. Mas não devolvi o dinheiro. <img src='http://diegop.info/paulateixeira/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Roubei coca-cola de dentro de uma garrafa fechada.</strong> Na verdade foram de SEIS garrafas. Meus pais tinham comprado seis coca-colas pro aniversário da minha irmã, e eu, zolhuda que sempre fui, tava me contorcendo de vontade de tomar um copo. Daí eu usei uma técnica ninja que eu aprendi com uma amiga minha: tirar o líquido de dentro da garrafa sem romper o lacre. Tirei um pouquinho de cada garrafa, exatamente a MESMA quantidade de cada uma, dando um copo. Tava quente, mas finalmente tava tomando refrigerante. Resultado: diálogo entre meus pais após observarem a diminuição no nível de refrigerante:</p>
<p style="text-align: justify;">Mãe: ô Valmir, olha aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">Pai: O que foi?</p>
<p style="text-align: justify;">Mãe: Parece que tem menos refrigerante nas garrafas, tu não acha?</p>
<p style="text-align: justify;">Pai: Pois é, parece que tem menos mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mãe: A cada dia eles diminuem um pouco das coisas sem a gente ver. Filhos das putas mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_539" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2010/11/Cool_face_802.png"><img class="size-medium wp-image-539" title="Cool_face_802" src="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2010/11/Cool_face_802-300x244.png" alt="" width="300" height="244" /></a><p class="wp-caption-text">#rilitros²</p></div>
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		<title>Primeiro capítulo escrito!</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 18:52:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Apocalipse]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
		<category><![CDATA[Zumbi]]></category>

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		<description><![CDATA[Enfim comecei a escrever! Já coloquei lá na página &#8220;Minhas Histórias&#8220; o primeiro capítulo, que se chama &#8220;Conhece a ti mesmo&#8221;. Não escolhi um título ainda &#8211; sou horrível para escolher títulos e nomes &#8211; portanto, sugestões aceitas! Não permiti comentários na página da história pois nela vou colocar outras histórias, posteriormente, e iria ficar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enfim comecei a escrever! Já coloquei lá na página<em> &#8220;<a href="http://paulinhateixeira.wordpress.com/historias/">Minhas Histórias</a>&#8220;</em> o primeiro capítulo, que se chama &#8220;Conhece a ti mesmo&#8221;. Não escolhi um título ainda &#8211; sou horrível para escolher títulos e nomes &#8211; portanto, sugestões aceitas!</p>
<p>Não permiti comentários na página da história pois nela vou colocar outras histórias, posteriormente, e iria ficar meio confuso comentários de uma história aparecendo na página principal.</p>
<p>Este primeiro capítulo coloquei-o inteiro na página, porém os próximos acho que vou colocar apenas um link para lê-lo, porém ainda não decidi se colocarei em outras páginas os outros capítulos ou simplesmente um link pro download. Sugestões aceitas também!</p>
<p>Bom, no mais, era só isso. Espero que gostem!</p>
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		<title>Primeira historinha :)</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 18:38:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Apocalipse]]></category>
		<category><![CDATA[Zumbi]]></category>

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		<description><![CDATA[Quero começar a escrever uma história e escolhi a que eu acho mais legal. É sobre zumbis e apocalipse. Perfeito, tudo o que eu mais gosto de ver em filmes! Porém não é sobre apenas zumbis, ou o apocalipse. É também sobre a natureza humana, que já está muito batida também nos filmes. Sempre gostei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Quero começar a escrever uma história e escolhi a que eu acho mais legal. É sobre zumbis e apocalipse. Perfeito, tudo o que eu mais gosto de ver em filmes! Porém não é sobre apenas zumbis, ou o apocalipse. É também sobre a natureza humana, que já está muito batida também nos filmes. Sempre gostei de zumbis. Adoro tudo sobre eles: jogo, filme, livro&#8230; Um dia compro uma camiseta com uma ilustração de zumbi. Meu sonho de consumo é participar de uma Zombie Walk. Aff&#8230; Aqui em Criciúma teve uma uns anos atrás, mas a preguiça me atacou e não fui nem ver. Imaginei dois ou três malucos vestidos com roupa suja de sangue caminhando pelo terminal&#8230; Mas não sei como foi, não vi nem notícia depois. Enfim, voltemos à história. O cenário é o seguinte: um cientista inventa uma fórmula que consegue dar mais força e velocidade aos soldados. Porém, antes de testar a fórmula em mais soldados, ele é forçado a apresentar os resultados da sua pesquisa aos seus superiores. Ele apresenta, porém na noite da apresentação lhe roubam a fórmula pois acham que ela está completa e que o cientista só está atrasando o seu uso. Sem o seu conhecimento, a fórmula é aplicada num batalhão e aí a merda agarra: eles têm uma reação diferente do esperado, perdem <span> </span>a noção de humanidade e começam a atacar uns aos outros. Até aí tudo bem, batidíssimo. Porém o que eu queria explorar nesta história era outro ponto: todas as histórias de zumbis a pessoa só é atacada e já se transforma, quase instantaneamente. Sempre achei um mistério como uma pessoa pode perder seu senso de humanidade, de sociedade em apenas pouco tempo. E imaginava o que se passaria na cabeça de uma pessoa que estava se tornando um zumbi (como se isso fosse acontecer neh <span style="font-family:Wingdings;"><span> <img src='http://diegop.info/paulateixeira/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </span></span>). Nesta história o cientista é um cara que não liga muito pras pessoas, egocêntrico, egoísta, vingativo e arrogante, que entrou pro exército pra fazer o que os soldados fazem numa guerra: matar. Queria descontar seu desgosto pela humanidade matando, e legalmente, já que numa situação normal seria preso. Porém seu superior acha que ele é muito inteligente para ficar na linha de batalha (sentiu a cutucada?) e o manda para trabalhar na inteligência do Exército. Quando descobre que roubaram a sua fórmula e dos resultados, fica entre a excitação de ver o mundo ruir e o medo de ser atacado, lamentando não ter tido tempo de terminar sua vacina. Aplica a primeira dose, de quatro vacinas que fez, para garantir não se transformar nas criaturas que ele vê correndo nas ruas. Após alguns dias ele é atacado. A vacina não cura e nem previne totalmente o vírus, apenas desacelera a infecção no organismo. E é aí o ponto principal da história. Ele se transformando em zumbi, aos poucos, mostrando os pensamentos que passam pela sua mente infectada, a mudança da sua percepção do mundo, trocando seus (poucos) princípios pela necessidade de sobreviver e de se alimentar. A princípio seria uma pessoa normal, social e educada, mas seria muito previsível a sua transformação. Achei mais interessante explorar uma mente já perturbada e mostrar em quê ele tentará se agarrar para manter a sanidade, já que não se importa com ninguém, não tem família nem amigos, porque tentar continuar são? Espero que eu consiga terminar essa bagaça, porque acho que é uma das melhores que eu tenho. <img src='http://diegop.info/paulateixeira/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<div id="attachment_65" class="wp-caption aligncenter" style="width: 400px"><img class="size-full wp-image-65" title="zumbis2" src="http://paulinhateixeira.files.wordpress.com/2009/03/zumbis2.jpg" alt="Zumbis" width="390" height="390" /><p class="wp-caption-text">Zumbis</p></div>
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