Arquivos da categoria ‘Inutilidades’

27 abril 2009 Inauguração do novo endereço

Hello folks!

Estou escrevendo este post apenas para “inaugurar oficialmente” o novo endereço.

Os posts anteriores eu importei do blog antigo, portanto este é o primeiro que eu escrevo aqui de verdade.

Como é só de inauguração não vou escrever muito,  só umas besteiras, até porque não elaborei um novo post ainda, apesar de já ter uns cinco temas na fila.

Enfim, segue aí uma imagem que eu achei hoje na net quando procurava por uma imagem pra por no post de despedida do outro blog.

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Quando vi essa imagem lembrei logo daquela piadinha daquele baiano que colocou uma casinha de madeira em cima da semente e esperou a árvore crescer para não ter que construir a casa em cima da árvore.

Fala sério.

E VIVA A PREGUIÇA!

24 abril 2009 Eu gosto de falar palavrão!

Quem não se sente aliviado quando solta um sonoro putaquepariu num momento de indignação? Bom, eu sim. Já foi cientificamente comprovado o porque de falar palavrão conseguir expressar realmente o sentimento que a pessoa quer passar. Duas matérias legais sobre o assunto: uma da Super Interessante e outra do Como Tudo Funciona.

Porém o interessante é que algumas pessoas consideram isso “inapropriado”, “imoral” e por aí vai. Só o que eu tenho a dizer para estas pessoas: vão se foder! E no sentido literal da palavra: uma boa foda resolve muitos problemas, como estresse, depressão, até doenças como gripe e talz.

Falar palavrão para mim, hoje em dia, já é até parte do meu cotidiano. Não consigo mais contar um “causo” sem inserir no meio do discurso um “Meu, putaquemepariu” ou “Fodeu galera!” e fico até desconfortável quando não o posso.

Exemplificando: na minha empresa, por exemplo. Nenhum, quer dizer, quase nenhum colega meu fica falando palavrão durante o expediente. Ás vezes eu solto um “merda” ou “daí é foda neh” e já logo fico constrangida. Não por ter falado o palavrão em si, mas por ter medo do que eles vão pensar de mim.

Falar palavrão não é coisa de gente mal educada ou de favela. Falta de educação pra mim é jogar lixo no chão, esbarrar nos outros e não pedir desculpas, andar debaixo da marquise com guarda-chuva (AAAaaaaaaaarg, eu ODEIO isso!) e etecétera. Acho que quem conta uma história inserindo palavrões nela só está sendo sincero. Até naquelas matérias que citei lá em cima do post os caras dizem que “(…) o sistema límbico é burro. Burro e sincero.(…)”.

Para cada situação exige um palavrão. Tipo, putaquepariu é o mais popular, está sempre naquelas ocasiões que você está indignado ou surpreso, ou os dois. Já o vaitomarnocú também pode significar surpresa, porém é mais quando você realmente quer que o seu ouvinte vá ir tomar naquela região em que o sol não bate. Vaitefude eu não uso muito, só em casos de extrema irritação. E, por fim mas não menos importante, tem o famoso “porra“. É quase um verbo auxiliar, sempre te auxiliando para dar aqueeeela emoção ao seu “causo”.

Enfim, se o seu problema é externar suas emoções, fale palavrão! Se tens uma história para contar, conte-a usando palavrão! É rápido, não dói nada. E é de graça. Parece até propaganda de creme redutor de gordura, não?

UPDATE: Acho que acabei de ouvir um representante dizer “Fodástico”. Ou teria sido “Fantástico”? Aff.

Idependente do seu tamanho, seja sincero!
Independente do seu tamanho, seja sincero!

23 abril 2009 Eu ODEIO Nicolas Cage!

Sim, eu realmente o odeio. Claro, como profissional, se é que dá pra dizer que o que ele faz é profissão. Veja bem que não estou dizendo que atuação não é profissão e sim que o que ELE faz não é atuação.

Vamos exemplificar. Falemos do filme Sacrifício – se você viu, meus pêsames, se não, não perca seu tempo. Não vou nem dar a sinopse dele, de tão ruim. Porém o que o tornou pior ainda foi o ator principal. O cara simplesmente não abria a boca pra falar! Sem expressão facial, nem corporal, o cara parecia um boneco de ventriloquismo.s Se bem que um boneco abre e fecha a boca para falar e ele nem isso. Se tinha que dizer alguma, ele dizia. Vê-se claramente o trabalho do diretor naquele filme. Tipo, gritando: Fala agora, porra!

Falemos de outro filme dele – O Vidente. Este sim é um filme que vale a pena perder uma hora e alguma coisa – sei lá a duração do filme, porra. O roteiro é legal, tem a boazuda da Jessica Biel fazendo papel de … boazuda. Enfim. O filme fala de um cara que consegue prever alguns segundinhos do futuro. Porém quando conhece a boazuda da história, seu poder é ampliado. Tá, beleza. Filme é legal? É. E o fulano? Mais uma vez, não fez nada de mais. A obra ficaria perfeita se fosse outro ator… Mais uma vez sem expressão facial, muito menos corporal. Fico imaginando esse cara atuando numa cena que tem que mijar… Ia ser interessante.

Motoqueiro Fantasma. Ah, esse é legal e dá pra dizer que ele não estragou o filme. Porque? Bom, nas melhores partes do filme não dá pra ver a cara dele porque ta PEGANDO FOGO (o que não seria má idéia, muahahahaha) e até a voz não é a dele. E, falando nesse filme, que coisinha marromeno hein.

Cidade dos Anjos. Tá, não vou falar mal deste filme, até porque não tem o que dizer. E dele… Bom, fez um papel que se encaixava com o seu “jeito de atuar”… Tipo, um cara que não sabe como é ser um humano (ele é um anjo) e se transforma num, por curiosidade e por amor à uma mulher. E por não saber como é ser um humano ele tinha que parecer bobalhão, tanso. E isso ele sabe fazer. Mas, mais uma vez, seu “trabalho” não foi, nem de perto, inesquecível. O filme sim, mas não ele. Deu pra entender? Se não, te fode, hehehe.

Tem outro filminho medíocre dele que…, qual era mesmo o nome? Ah, A Lenda do Tesouro Perdido. Tipo, cópia (ou tentativa) descarada de Indiana Jones. E ele, mais uma vez, fazendo papel de mala sem noção.

Acho que era só isso que eu tinha pra falar dele. Outros filmes? Nem me dei ao trabalho de pesquisar sua filmografia. Vida pessoal? Na. Só uma vez ouvi falar, melhor, li que ele tem alguns castelos… Vixe!

Para terminar: Eu ODEIO Nicolas Cage! E se você gosta, mil perdões (e pêsames também).

Olha a cara da criatura... Na verdade, não é bom olhar muito não...

Olha a cara da criatura... Na verdade, não é bom olhar muito não...

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  • Este blog é sobre tudo o que eu gosto... e sobre o que eu não gosto também. Afinal, não podemos dizer que não gostamos de algo quando sequer o conhecemos, não é? Por isso que assisto filme ruim: para poder falar mal depois! Leia mais sobre mim aqui.

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