11 novembro 2009 Eu e o Windows XP
Primeiramente gostaria de informar a quem interessar possa que mudei de emprego. Deixei meu posto de estagiária sênior para trabalhar como suporte técnico, call center. Não, não é na BrT, tenho conhecimento demais para trabalhar lá, não me encaixo nas qualificações necessárias.

Porém não é esta a razão pela qual estou perdendo meu precioso tempo digitando este texto. Na verdade estou para escrever este post há algum tempo. Numa das minhas viagisses rotineiras, como de praxe. Mas também, como de praxe, não tive tempo. TCC e mais aquela choradeira toda que eu já descrevi num post anterior (estou com preguiça de procurar em qual) estão me f#dendo e não é do jeito gostoso.
Sigamos.
Gostaria de falar sobre algumas mudanças que aconteceram no último mês. A primeira grande mudança foi o de ter trocado de emprego, como já falei. Porém a que motivou a escrever isto foi a de… ter abandonado o Windows XP. Isso mesmo que você leu: estou escrevendo um post sobre como foi a experiência emocional de migrar do XP para o Win Seven… =S

Não, não é um post reclamando que deu tela azul da morte tah
Primeiramente achei lindo, maraviwanderful. Mas só tinha instalado numa partição, ou seja, estava com os dois SO. Porém, umas três semanas atrás resolvi tomar a decisão. Instalei o Seven em cima do XP. Assim fácil. Sem nem me despedir do meu querido XP, que me acompanhou por tantos e tantos anos procurando drivers, instalando jogos, programas, formatando por causa de vírus e etc e etc e etc. Não que eu não vá fazer isso no Seven, mas, pó, 6 anos usando o XP neh, foi quase uma morte na família…

É, dolorido assim
Foi quando me dei conta do impacto que isto me causou. Tipo, sempre que dava problema de vírus, sabia que era só formatar e deu. Conhecia o procedimento, já sabia os lugares onde procurar por drivers, por solução de problemas. Sem falar que todos os programas que são para Windows funcionam no XP. Não tem putis$e de “tem que ver se o Vista aceita” e blá blá blá. Se é pra Windows, FUNCIONA no XP. Fato.

O XP é o Chuck Norris dos Windows: com ele tudo funciona
E depois desta análise profunda me dei conta de mais uma coisa: ter um envolvimento emocional com software é MUITO nerd. Tipo, fiquei abalada por ter trocado de sistema operacional! Meu, vai pra put@quep@riu neh. Mas é verdade. Fiquei me remoendo por não usar mais o XP um bom tempo. Daí minha placa de vídeo desistiu desse mundo e partiu para uma melhor. E como minha placa mãe não tem placa de vídeo onboard, so… Me fu. Não pude testar muito tempo o maraviwaldeful Windows Seven. Mas estou um pouco melhor pois na empresa o SO é o XP, então estou ainda desfrutando da usabilidade do meu antigo amigo.

Mas que isso é o cúmulo da nerdisse, isso é. Pode falar.
Homens, pelo menos os que eu conheço (tirando uns poucos onde meu namorado está incluso, Yoda seja louvado) não dizem, mas se comportam como se os pormenores da vida doméstica não fossem assunto deles. Podem até lavar louça, mas o fazem achando que estão “ajudando a esposa/mãe”. Algumas pessoas ainda discursam aquele papinho medíocre onde subliminarmente incluem suas idéias atrasadas: “Existem trabalhos de homens e trabalhos de mulheres”.
Essas malucas com a vida sexual atrasada pregam a igualdade entre os sexos. Eu, por outro lado, não busco isso. Não estou me omitindo da “luta pelos direitos iguais”, e gostaria sim que vivêssemos num mundo igualitário. Contraditório? Péra que eu explico. Acredito que devíamos ver as pessoas como PESSOAS apenas, e não classificá-las antes em homens e mulheres. Quando você faz este tipo de classificação, você começa a separar as pessoas, a esperar certas coisas de um grupo e outras do outro grupo. Porque você pensa que “isso uma mulher entenderia” ou “aquilo um homem me esclareceria melhor”. Mas quando você consegue se livrar destes “penduricalhos”, como é citado no livro 





