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	<title>Lutando contra a preguiça &#187; Felicidade</title>
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		<title>Loucas aventuras em Curitiba</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 19:23:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Novidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
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		<description><![CDATA[Hello companheiros! Quanto tempo, hun?!
Caraca people, tenho tanta coisa para relatar, pobres mortais!
Primeiro de tudo: EU FUI NO IMAX DE CURITIBA!!!!!! Mas já chego lá, first thing first.

Pra começar, quero informar-lhes que estou de férias da faculdade. Enfim, finalmente ( _o_ \o/ _o_ ) . E, até segunda ordem, férias permanentes. Assumi minha posição de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hello companheiros! Quanto tempo, hun?!</p>
<p style="text-align: justify;">Caraca people, tenho tanta coisa para relatar, pobres mortais!</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro de tudo: EU FUI NO IMAX DE CURITIBA!!!!!! Mas já chego lá, first thing first.</p>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-medium wp-image-399 aligncenter" title="IMAX bitch!" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2010/01/Picture-070-300x225.jpg" alt="IMAX bitch!" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align: justify;">Pra começar, quero informar-lhes que estou de férias da faculdade. Enfim, finalmente ( _o_ \o/ _o_ ) . E, até segunda ordem, férias permanentes. Assumi minha posição de loser aos 47 do segundo tempo, trancando a faculdade faltando apenas 4 matérias. Pois é, sigamos.</p>
<p style="text-align: justify;">E vamos ao que interessa: minha emocionante viagem à Curitiba (a primeira foi acompanhada de minha excelentíssima irmã, @kahteixeira).</p>
<p style="text-align: justify;">A aventura começou na sexta à noite, mais precisamente às 11:00, quando o ônibus da gloriosa empresa Pluma chegou. O que, aliás, não tinha nada de gloriosa. Ônibus da Eucatur são melhores. O horário estimado para chegada em Curitiba era as 06:00, porém chegamos às 08:20 por causa de um pneu furado no meio da serra. Começou bem.</p>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-medium wp-image-400 aligncenter" title="saindo de Criciúma" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2010/01/Picture-001-300x225.jpg" alt="saindo de Criciúma" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos podres de cansadas e fomos pro apartamento do Cláudio, quem nos acolheu durante esta aventura (e que está acolhendo ainda o sr. Diego, aliás). Fizemos a nossa rota e saímos, alegres e saltitantes para desbravar Curitiba e seus ônibus riscados. O que, aliás, garrei UM nojo de andar de biarticulado! Foi o que mais fizemos naquele fim de semana. Mas não é que nem Criciúma que só tem três terminais: lá tem 31 (contados). Dá pra ir até São José dos Pinhas com R$ 2,20. E no domingo a passagem é R$ 1,00, caracterizando o “dia dos mano”.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2010/01/Picture-042.jpg"><img style=' float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;'  class="size-medium wp-image-401 alignleft" title="eu no Jardim Botânico" src="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2010/01/Picture-042-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">No sábado visitamos o Jardim Botânico, andamos, andamos, paramos e descansamos um pouquinho, andamos denovo, visitamos a Ópera de Arame, andamos, andamos, paramos e descansamos um pouquinho, andamos denovo, tentamos visitar o Bosque do Alemão, sem sucesso, andamos, andamos, paramos e descansamos um pouquinho, andamos de novo e , enfim, aportamos no Shopping Barigui (eu acho, a esta altura já não me lembro a ordem dos shoppings&#8230;). Lá eu esquadrinhei a fnac (tenho uma tara de ficar olhando todos os livros) e depois fomos pro Palladium, onde assistimos Avatar em IMAX e 3D.</p>
<p style="text-align: justify;">Meu, sinceramente, a experiência não foi a das melhores. Tipo, eu e minha irmã estávamos PODRES de cansadas da viagem e de andar por quase toda a cidade durante o sábado. A sessão começou as 22:00, e era legendado. 3D legendado, compañeros, não havs. A legenda ficava mudando de lugar (no meio, no canto direto e esquerdo) pra não ficar no meio dos personagens em 3D, e quando não tinha lugar na cena que desse pra enfiar a legenda, enfiavam-na no meio mesmo! No meio do 3D! Ficava impossível de ler a legenda em certas cenas. Realmente, eu que ODEIO filme dublado, fiquei desejando que fosse. E assim seguiu a humanidade, impressionada com a tela extra GG do IMAX e torturada pelo 3D. No ápice no filme, que era a cena de batalha entre os Na’vi e os humanos eu dormi. EU DORMI! Car@lho meu, chegou naquela hora e eu já nem queria saber mais do filme. Só queria o FINAL do filme. E, pelos relatos, minha irmã também.</p>
<p style="text-align: justify;"><img style=' float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;'  class="size-medium wp-image-402 alignleft" title="na plataforma de embarque" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2010/01/trem-001-300x225.jpg" alt="na plataforma de embarque" width="274" height="205" />Domingo acordamos fuck!ng cedo pra ir viajar de trem. Foi uma das coisas mais legais que já fiz, amei! A viagem era a famosa viagem de trem que sai de Curitiba e vai até Paranaguá. Porém nós ficamos em Morretes, mais perto e mais quente <img src='http://diegop.info/paulateixeira/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> .</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p><img style=' float: right; padding: 4px; margin: 0 0 2px 7px;'  class="size-medium wp-image-403 alignright" title="Pegando um arzinho na linguá, que nem cachorro" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2010/01/trem-083-225x300.jpg" alt="Pegando um arzinho na linguá, que nem cachorro" width="225" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Falando nisso, cidadezinha horrível. No estilo de Santa Rosa do Sul, com o diferencial do desembarque do trem.</p>
<p style="text-align: justify;">Resolvemos não almoçar (era meio-dia e os restaurantes eram fod@sdicamente caros) e esperar pelo ônibus. Esperamos 2 fuck!ng horas! Chegamos a dormir nos bancos da rodoviária. Parecia uns mendigos <img src='http://diegop.info/paulateixeira/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;">Depois disso fomos ao Shopping Curitiba, almoçamos as 17:00 ( \o/ ) e fomos pra casa descansar um pouco para nos preparar pra viagem de volta, que, aliás, foi ótima, dormi o tempo todo (pegamos leito), não furou pneu e chegamos cedo. O motorista teve que nos acordar, porque eu a @kahteixeira estávamos babando&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">No fim foi uma viagem muito legal, e que eu estou fazendo muitas vezes pois meu excelentíssimo está morando lá (o.O) e eu espero que em breve eu me junte a ele ( \o/ d).</p>
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		<title>Final de Semestre = Fudição</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 16:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Faculdade]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Prova]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[
Olá meus esquecidos leitores! Dei uma de Tati agora neh&#8230;
Enfim.
Chegamos em mais um final de semestre, ao qual eu sobrevivi, e portanto consegui minha vida de volta. Conto-lhe porque.

Como deve ser de conhecimento geral, final de semestre é aquele tempo que parece que todos os professores se juntam e armam uma conspiração contra os alunos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[endif]--></p>
<p style="text-align: justify;">Olá meus esquecidos leitores! Dei uma de <a href="http://respeitemeusmullets.blogspot.com" target="_blank">Tati</a> agora neh&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos em mais um final de semestre, ao qual eu sobrevivi, e portanto consegui minha vida de volta. Conto-lhe porque.</p>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-medium wp-image-311 aligncenter" title="socorro" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/07/livros-225x300.jpg" alt="socorro" width="225" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Como deve ser de conhecimento geral, final de semestre é aquele tempo que parece que todos os professores se juntam e armam uma conspiração contra os alunos para justamente fodê-los em massa.  E tenho provas.</p>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-medium wp-image-306 aligncenter" title="micky-rosa" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/07/micky-rosa-300x225.jpg" alt="micky-rosa" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align: justify;">No final do semestre estouram os prazos para a entrega de trabalhos, surgem novos com prazos apertadíssimos, provas, etc. Porém isso tudo vem JUNTO. Você não tem noção. Ou tem, se é estudante também.</p>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-medium wp-image-307 aligncenter" title="back_soon" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/07/back_soon-297x300.jpg" alt="back_soon" width="297" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Neste final de semestre eu estava com 5 fucking trabalhos para entregar, sem contar com a proposta de TCC, que aliás, foi aprovada, você sabia? Claro que não sabia neh, não te falei nada. Mas foi aprovada, eu disse APROVADA! Com correções, é claro, mas APROVADA! Hehe.</p>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-medium wp-image-308 aligncenter" title="hehe-gato-feliz" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/07/56203__hehe__img-204x300.jpg" alt="hehe-gato-feliz" width="204" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Voltando&#8230; Onde estava? Ah, nos 5 fucking trabalhos, sim. Sendo que eu fazia 6 matérias, e a sexta era TCC I, ou seja, todas as outras matérias tinha trabalho para fazer, e em uma tinha prova também.</p>
<p style="text-align: justify;">Olha, é sem noção o desespero que bate coletivamente no pessoal no final de semestre.<em> “Cara, pelamordedeus, me ajuda a fazer este trabalho!”</em> ou <em>“Meu, vamo estudar pra essa prova? Vamo porra! Não me interessa se você não precisa estudar, vamo estudar! E na tua casa.”</em>. É mais ou menos assim o diálogo de final de semestre. Eu mesmo tive que apelar pro segundo exemplo para a prova de Inteligência Artificial, e que, aliás, não obtive o resultado da prova ainda. E conhecendo a professora, no começo do segundo semestre ela libera as notas.</p>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-medium wp-image-309 aligncenter" title="esperando-nota" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/07/esperando-nota-300x253.jpg" alt="esperando-nota" width="300" height="253" /><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Esperando pelas notas&#8230; Na verdade era esperando pelo homem perfeito, mas eu adaptei</em></p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, este post era só para desabafar minhas angústias passadas no final do semestre, para lamentar que ainda faltam mais dois semestres para eu terminar esta bagaça, e para encher lingüiça porque não escrevo um post há mais ou menos um mês. Sabe neh povo, coisas aconteceram neste último mês, e todas ao mesmo tempo, como relatei antes.</p>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-medium wp-image-310 aligncenter" title="livros2" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/07/livros2-208x300.jpg" alt="livros2" width="208" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Isso não interessa a você? Foda-se então. E que você tenha muitos e muitos e muitos trabalhos para fazer, todos ao mesmo tempo.</p>
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		<title>Mente aberta</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 18:33:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[Dúvida]]></category>
		<category><![CDATA[Preconceito]]></category>
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		<description><![CDATA[ 
 Estava eu ontem jogando loucamente Left 4 Dead, quando,  misteriosamente, o jogo fechou na minha cara. Já  havia acontecido isso outras três vezes, porém na última eu  consegui jogar mais de 40 minutos.
Enfim, depois do jogo fechar assim, do nada, resolvi não voltar a jogar. Fui dar uma navegada na internet. Li alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:PunctuationKerning /> <w:ValidateAgainstSchemas /> <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables /> <w:SnapToGridInCell /> <w:WrapTextWithPunct /> <w:UseAsianBreakRules /> <w:DontGrowAutofit /> </w:Compatibility> <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} a:link, span.MsoHyperlink 	{color:blue; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{color:purple; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--[if gte mso 10]> <mce:style><!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} --> <!--[endif]--></p>
<p style="text-align: justify;"><img style=' float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;'  class="size-thumbnail wp-image-284 alignleft" title="mente-aberta" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/05/mente-aberta-thumb2609092-112x150.jpg" alt="mente-aberta" width="106" height="142" /> Estava eu ontem jogando loucamente Left 4 Dead, quando,  misteriosamente, o jogo fechou na minha cara. Já  havia acontecido isso outras três vezes, porém na última eu  consegui jogar mais de 40 minutos.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, depois do jogo fechar assim, do nada, resolvi não voltar a jogar. Fui dar uma navegada na internet. Li alguns tweets e acabei lendo um da <a href="http://twitter.com/fabianelima" target="_blank">@fabianelima</a>, falando sobre um texto que ela gostaria de ter escrito. Curiosa, fui ver.</p>
<p style="text-align: justify;">O texto era <a href="http://www.interney.net/blogs/gravataimerengue/2009/05/19/sobre_meninos_e_meninas_inteligentes/" target="_blank">este</a>, lá do <a href="http://www.interney.net/blogs/gravataimerengue/" target="_blank">Gravataí Merengue</a>. Confesso que já vi citarem este blog por aí, mas nunca me interessei. E isso é nome de blog? Bom, se Lutando contra a preguiça é, o céu é o limite&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim². É um texto basicamente sobre pessoas fúteis. Tah, até certo ponto concordo com o cara (sei lá o nome do homi!). Porém me questionei se realmente classificava as pessoas deste jeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Antigamente me preocupava muito em parecer inteligente. E conseqüente acabava julgando as pessoas ao meu redor. Me preocupava com palavras, assuntos, comportamento e outras cositas mas de pessoas inteligentes. E quando o comportamento de alguém não condizia com o meu modelo de inteligência, logo, a pessoa era burra ou fútil, dependendo do meu humor. Ponto final.</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente, com o passar do tempo, esse modelo foi se mostrando furado. Primeira coisa que aprendi: não se julga o livro pela capa. Vai, pode dizer. Sei que é uma coisa velha pra caraleo, mas a maioria das pessoas julga sem querer, e erroneamente. Segunda: não existe uma fórmula para parecer inteligente.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de um tempo após ter feito estas magníficas descobertas, vi que ainda tinha um ponto a ser trabalhado: o de me importar com a opinião alheia. Passava dias tentando me convencer que eu era inteligente e que o idiota do meu vizinho só queria me encher o saco quando me chamava de criançola. E, bom, consegui me livrar disso. Acatei a idéia de quem me conhece sabe o que eu sou.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, tava quase no ponto. Porém mais alguma coisa ainda me incomodava. Pensava: será que realmente estas pessoas que me conhecem me vêem como eu gostaria? Aí foi quando eu entendi qual era a raiz do meu problema. Pra quê tentar parecer inteligente?</p>
<p style="text-align: justify;">Daí um emaranhado de problemas começaram a se resolver. Primeiro, se eu não me importava em parecer inteligente e muito menos em policiar meus atos, com medo de ser mal interpretada, conseqüentemente porque analisar os dos outros? Esse foi o momento em que eu liguei o “Foda-se” e fui ser feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">Não perco mais tempo em tentar decifrar a personalidade de uma pessoa com base nos seus atos. Mas atentem para o fato de que quando digo atos, quero dizer o jeito que a pessoa fala, se veste, anda, etc e etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Comecei a aceitar mais as pessoas. As possibilidades de amizade aumentaram. E descobri que essa foi uma das melhoras atitudes que já tomei na vida. Pra quê perder tempo analisando, na maioria das vezes, negativamente uma pessoa, se existe a enorme possibilidade de você estar errado?</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas acabam se culpando quando conhecem alguém e acham que ele é uma coisa e é outra. Porém acho isso totalmente errado. Como li uma vez num texto do Marcos Mion, publicado na Capricho de um século atrás (sim, eu lia Capricho): “Acontece de você conhecer alguém e depois ver que não deu certo. Traição ou seja lá o que for, você se arrepende de ter se envolvido com a pessoa. Mas mesmo tendo acabado mal, você não é o culpado. Você viveu, se dedicou, foi honesto, e é isso que importa.“</p>
<p style="text-align: justify;">Quero dizer que é perda de tempo tentar decifrar alguém de primeira. Somente convivendo. Sem falar que quando você acha que conhece alguém e espera que ele aja desta forma, as chances de se decepcionar são gigantes. E, aliás, nunca se conhece alguém por completo.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim³, queria dizer com este post que as pessoas nunca são o que parecem ser &lt;/<a href="http://epipoca.uol.com.br/filmes_detalhes.php?idf=17261" target="_blank">Labirinto</a>&gt;. E que analisar as pessoas não é só perda de tempo como também injusto. Injusto para você, que pode estar perdendo uma amizade, e para a pessoa, pelo mesmo motivo.</p>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" title="mente_aberta" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/05/mente_aberta-300x300.jpg" alt="mente_aberta" width="300" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Se lamentar é coisa de loser</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 18:53:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
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Ontem, enquanto tentava pegar no sono, estava fazendo uma revisão da minha vida até agora. Desde a minha infância e adolescência, comparando com a minha realidade e quanto que consegui evoluir desde então.
Da minha infância não tenho muitas lembranças, só de ir pro meio do mato nos fins de semana com a minha amiga da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[endif]--></p>
<p style="text-align: justify;">Ontem, enquanto tentava pegar no sono, estava fazendo uma revisão da minha vida até agora. Desde a minha infância e adolescência, comparando com a minha realidade e quanto que consegui evoluir desde então.</p>
<p style="text-align: justify;">Da minha infância não tenho muitas lembranças, só de ir pro meio do mato nos fins de semana com a minha amiga da época. Subir nos pés de laranjeira e goiabeira que tinha atrás de casa. Pegar um monte de cigarras, colocar num vidro (o vidro chegava a vibrar por causa do barulho das cigarras) e soltá-las na frente de casa&#8230; É, pode-se dizer que fiz algumas coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não tinha muitos amigos, sempre fui tímida. Na pré adolescência sofria por causa duns retardados que insistiam em me chatear (sempre tem disso neh). Me xingavam, puxavam meu cabelo, roubavam minhas coisas. Enfim, sempre fui meio nerdizinha, só tirava notas boas (bons tempos) e o pessoal tinha meio que inveja disso.</p>
<p style="text-align: justify;">Odiava quase todo mundo no colégio em que fiz o ensino fundamental. Professores, colegas&#8230; Se salvavam pouquíssimos. Gente ignorante, que estacionou na vida e ainda acha que tá abafando. Gente que hoje já está casada e com filhos, ou nem casada, mas com filhos. Dois ou três, contando comigo, conseguiram chegar na faculdade. Outros nunca mais ouvi falar. Enfim, gente que eu não tenho saudade (apenas uns quatro).</p>
<p style="text-align: justify;">Minha adolescência foi um inferno. Não me dava bem com meus pais, o clima era sempre tenso. Na época minha irmã estava numa fase horrível de encheção de saco, e meus pais meio que puxavam o saco dela justamente por não se darem bem comigo, tinham aquela imagem ruim de mim, e achavam sempre que eu era a culpada.</p>
<p style="text-align: justify;">A culpa era de quem? Das duas partes. Eu era ruim mesmo, chata e sempre achava que eles não gostavam de mim. Achava que eles queriam me escravizar (O.o) com serviços da casa e nunca me deixavam sair durante a semana (sair = ir na minha vizinha).</p>
<p style="text-align: justify;">Eles também não eram fáceis. Não são daqueles pais idiotas que deixam o filho passar por cima da autoridade deles. Exageravam às vezes, assim como eu também exagerava, mas em mais vezes. Eram tempos de xingamentos, de brigas, lágrimas e vontade de suicídio. Uma vez pensei em tomar os calmantes da minha mãe (teve uma época que ela tomava). Mas a anta aqui ficou com medo e tomou um só, e ainda por cima o calmante era orgânico&#8230; :[</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, tempos difíceis. Daí conheci meu atual namorado. Minha auto estima subiu. Troquei de emprego (trabalhava num horrível), e não conseguia mais almoçar em casa. Resultado: menos tempo com a família. Acho que foi a partir daí que as coisas começaram a melhorar. Ficava menos tempo em casa, não dava tempo de brigar. Eu comecei a faculdade, virei gente. Começamos a nos dar melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Não sei dizer ao certo quando ou porque isso aconteceu. Eu comecei a rever alguns conceitos, deixar certas mágoas para trás, não começar um dia como se fosse conseqüência do anterior. Começar um NOVO dia. Nem que fosse para ter brigas novas, era um novo dia. Senti também que eles fizeram o mesmo. Antes achava que eles começaram a me tratar com mais respeito, mas hoje vejo que não. Eles sempre me trataram com respeito. Porém reagiam à minha atitude. E a minha atitude era de adolescente rebelde. Me tratavam como tal. Quando comecei a agir com mais maturidade, me trataram com maturidade. Hoje, a nossa relação é ótima.</p>
<p style="text-align: justify;">Tinha uma época que eu gostava de lamentar, de mostrar como eu era sofrida para amigos e pro namorado. Hoje vejo que isso é coisa de loser. Enquanto você está vivendo isso, é normal se sentir discriminado. Claro que é possível viver isso com maturidade, e se você conseguir estás à frente do seu tempo. Mas é difícil encontrar gente assim, principalmente adolescente. Eu não fui assim. Porém se isso já passou e você ainda continua lamentando, reclamando do seu passado, do que as pessoas te fizeram, você É um loser. Quanto mais se lamentar, mais sua vida vai retroceder na escala de evolução.</p>
<p style="text-align: justify;">Ás vezes fico pensando em coisas que eu não tive na infância e adolescência. Coisa de pais e filhos, sabe. Mas não fico mais me lamentando de não ter tido, de como teria sido se eu tivesse tido isso. Hoje penso em como vou ser com os meus filhos. O que eu gostaria de dar à eles que eu não tive.</p>
<p style="text-align: justify;">Também acho um saco quando alguém diz: “Coitado, merecia ter tido coisa melhor”. Bom, pense comigo: se você não tivesse tido o que teve, talvez não tivesse se tornado a pessoa que você é agora. E talvez também, naquela época, você merecia SIM aquilo que você passou. Eu acho que mereci muitas das coisas que passei. Me fez virar gente, ter auto-crítica e respeito pelos outros. Me fez crescer.</p>
<p style="text-align: justify;">E quando você quiser se lamentar, pense que isso é coisa de gente atrasada, medíocre e sem respeito por si mesmo. A não ser que você seja um refugiado de guerra, aí sim, pode se lamentar, vira filme.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" title="loser" src="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2009/05/loser.jpg" alt="loser" width="300" height="282" /></p>
<p class="MsoNormal">
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		<title>É melhor ser menina</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 18:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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		<description><![CDATA[
Este post tem nada a ver com o feminismo ou qualquer outro movimento que queima soutiens. Simplesmente venho por meio deste mostrar a vocês meu ponto de vista – feminino, no caso – sobre qual sexo tem mais vantagens no mundo moderno.
Provavelmente todos já leram aquela listinha falando das vantagens de ser mulher e este [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Este post tem nada a ver com o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feminismo">feminismo</a> ou qualquer outro movimento que queima soutiens. Simplesmente venho por meio deste mostrar a vocês meu ponto de vista – feminino, no caso – sobre qual sexo tem mais vantagens no mundo moderno.</p>
<p style="text-align: justify;">Provavelmente todos já leram aquela listinha falando das <a href="http://www.uhull.com.br/12/16/55-motivos-para-gostar-de-ser-mulher/">vantagens de ser mulher</a> e este post é só para completar.</p>
<p style="text-align: justify;">Além das coisas citadas no artigo do link, existem outros aspectos a se analisar. Homens sofrem muito mais com pressão social. Homem tem que ser macho, se não é viado. Não pode dormir com amigo, andar abraçado com amigo e outras coisas que mulheres fazem, porque parece viado.</p>
<p style="text-align: justify;">Homem tem que trabalhar e ganhar mais do que a mulher, se não é gigolô. Não pode negar fogo e nem broxar, se não, pobre coitado.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema maior disso é que continuamos insistindo nesta visão sobre o  homem. As mulheres foram atrás e se libertaram destes conceitos. Não sei dizer se isso partiu do fetiche da maioria dos homens em ver duas mulheres juntas ou do movimento feminista, mais o resultado é o mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que tem os contras de ser mulher. Parto, por exemplo. A mulher tem que deixar a vergonha de lado quando está grávida pois, um pouco antes do rebento nascer, de cinco em cinco minuto aparece alguém disposto a enfiar os dedos na perseguida da moça. Isso sem falar da menstruação e tal.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém mesmo com estes contras, hoje a medicina moderna torna estes inconvenientes bem mais aturáveis. E não precisamos mais passar pela tortura do parto, se não quisermos. Não temos mais a obrigação de ter filhos, como era antigamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu era adolescente ficava pensando que era melhor ter nascido menino. Não teria tantas obrigações, não seria vista como apenas um corpinho (não sei se alguém pensava isso de mim, mas, sei lá) e nem seria discriminada em certos assuntos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas hoje penso que era burrice minha. Obrigações? Não tenho tantas assim (só manter meu quarto organizado) e mesmo assim, a mulher tem liberdade para não querer mais esse tipo de vida e partir pra outra. Ser vista como objeto sexual? Sei lá meu, acho até legal saber que tem alguém de desejando, e você pode simplesmente excluir da sua vida pessoas que te vêem apenas como isso. Discriminação? Nenhum, hoje em dia. E nem vejo acontecendo, por sinal.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, concluo que ser mulher é muito mais legal e tem mais liberdade do que ser homem.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Mas atente para o fato de que não estou discriminando ou desvalorizando os homens, e para provar isso até vou dar um <a href="http://www.cirilovelosomoraes.com.br/2006/03/23/homem-serve-para-que/">link</a> de uma homenagem à eles, para os que merecem, é claro. Beijos Diego! &lt;3</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-medium wp-image-184 aligncenter" title="meninanerd1" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/04/meninanerd1-273x300.jpg" alt="meninanerd1" width="273" height="300" /></p>
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		<title>Inauguração do novo endereço</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 18:36:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Inutilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Inútil]]></category>
		<category><![CDATA[Preguiça]]></category>

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		<description><![CDATA[

Hello folks!
Estou escrevendo este post apenas para “inaugurar oficialmente” o novo endereço.
Os posts anteriores eu importei do blog antigo, portanto este é o primeiro que eu escrevo aqui de verdade.
Como é só de inauguração não vou escrever muito,  só umas besteiras, até porque não elaborei um novo post ainda, apesar de já ter uns cinco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if !mso]><br />
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<p><!--[endif]--></p>
<p style="text-align: justify;">Hello folks!</p>
<p style="text-align: justify;">Estou escrevendo este post apenas para “inaugurar oficialmente” o novo endereço.</p>
<p style="text-align: justify;">Os posts anteriores eu importei do blog antigo, portanto este é o primeiro que eu escrevo aqui de verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Como é só de inauguração não vou escrever muito,  só umas besteiras, até porque não elaborei um novo post ainda, apesar de já ter uns cinco temas na fila.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, segue aí uma imagem que eu achei hoje na net quando procurava por uma imagem pra por no post de despedida do outro blog.</p>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-medium wp-image-177 aligncenter" title="arvore1" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/04/arvore1-300x276.jpg" alt="arvore1" width="300" height="276" /></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><!--[if gte vml 1]><v:shapetype id="_x0000_t75"  coordsize="21600,21600" o:spt="75" o:preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe"  filled="f" stroked="f"> <v:stroke joinstyle="miter" /> <v:formulas> <v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0" /> <v:f eqn="sum @0 1 0" /> <v:f eqn="sum 0 0 @1" /> <v:f eqn="prod @2 1 2" /> <v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth" /> <v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight" /> <v:f eqn="sum @0 0 1" /> <v:f eqn="prod @6 1 2" /> <v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth" /> <v:f eqn="sum @8 21600 0" /> <v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight" /> <v:f eqn="sum @10 21600 0" /> </v:formulas> <v:path o:extrusionok="f" gradientshapeok="t" o:connecttype="rect" /> <o:lock v:ext="edit" aspectratio="t" /> </v:shapetype><v:shape id="_x0000_i1025" type="#_x0000_t75" alt="arvore"  style='width:225pt;height:207pt'> <v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\paulat\CONFIG~1\Temp\13\msohtml1\01\clip_image001.jpg" mce_src="file:///C:\DOCUME~1\paulat\CONFIG~1\Temp\13\msohtml1\01\clip_image001.jpg"   o:href="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/04/arvore-300x276.jpg" /> </v:shape><![endif]--><!--[if !vml]--><!--[endif]--></p>
<p style="text-align: justify;">Quando vi essa imagem lembrei logo daquela piadinha daquele baiano que colocou uma casinha de madeira em cima da semente e esperou a árvore crescer para não ter que construir a casa em cima da árvore.</p>
<p style="text-align: justify;">Fala sério.</p>
<p style="text-align: justify;">E VIVA A PREGUIÇA!</p>
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		<title>Eu gosto de falar palavrão!</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 17:05:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Inutilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Palavrão]]></category>
		<category><![CDATA[Sinceridade]]></category>

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		<description><![CDATA[ Quem não se sente aliviado quando solta um sonoro putaquepariu num momento de indignação? Bom, eu sim. Já foi cientificamente comprovado o porque de falar palavrão conseguir expressar realmente o sentimento que a pessoa quer passar. Duas matérias legais sobre o assunto: uma da Super Interessante e outra do Como Tudo Funciona.

Porém o interessante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;   &lt;![endif]--> Quem não se sente aliviado quando solta um sonoro putaquepariu num momento de indignação? Bom, eu sim. Já foi cientificamente comprovado o porque de falar palavrão conseguir expressar realmente o sentimento que a pessoa quer passar. Duas matérias legais sobre o assunto: uma da <a href="http://super.abril.com.br/revista/249/materia_revista_267997.shtml?pagina=1">Super Interessante</a> e outra do <a href="http://pessoas.hsw.uol.com.br/palavroes-e-xingamentos4.htm">Como Tudo Funciona</a>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Porém o interessante é que algumas pessoas consideram isso “inapropriado”, “imoral” e por aí vai. Só o que eu tenho a dizer para estas pessoas: vão se foder! E no sentido literal da palavra: uma boa foda resolve muitos problemas, como estresse, depressão, até doenças como gripe e talz.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Falar palavrão para mim, hoje em dia, já é até parte do meu cotidiano. Não consigo mais contar um “causo” sem inserir no meio do discurso um “Meu, putaquemepariu” ou “Fodeu galera!” e fico até desconfortável quando não o posso.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Exemplificando: na minha empresa, por exemplo. Nenhum, quer dizer, quase nenhum colega meu fica falando palavrão durante o expediente. Ás vezes eu solto um “merda” ou “daí é foda neh” e já logo fico constrangida. Não por ter falado o palavrão em si, mas por ter medo do que eles vão pensar de mim.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Falar palavrão não é coisa de gente mal educada ou de favela. Falta de educação pra mim é jogar lixo no chão, esbarrar nos outros e não pedir desculpas, andar debaixo da marquise com guarda-chuva (AAAaaaaaaaarg, eu ODEIO isso!) e etecétera. Acho que quem conta uma história inserindo palavrões nela só está sendo sincero. Até naquelas matérias que citei lá em cima do post os caras dizem que <em>“(&#8230;) o sistema límbico é burro. Burro e sincero.(&#8230;)”</em>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Para cada situação exige um palavrão. Tipo, putaquepariu é o mais popular, está sempre naquelas ocasiões que você está indignado ou surpreso, ou os dois. Já o vaitomarnocú também pode significar surpresa, porém é mais quando você realmente quer que o seu ouvinte vá ir tomar naquela região em que o sol não bate. Vaitefude eu não uso muito, só em casos de extrema irritação. E, por fim mas não menos importante, tem o famoso “porra“. É quase um verbo auxiliar, sempre te auxiliando para dar aqueeeela emoção ao seu “causo”.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Enfim, se o seu problema é externar suas emoções, fale palavrão! Se tens uma história para contar, conte-a usando palavrão! É rápido, não dói nada. E é de graça. Parece até propaganda de creme redutor de gordura, não?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>UPDATE:</strong> Acho que acabei de ouvir um representante dizer &#8220;Fodástico&#8221;. Ou teria sido &#8220;Fantástico&#8221;? Aff.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_170" class="wp-caption alignnone" style="width: 215px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img title="cachorro" src="http://paulinhateixeira.files.wordpress.com/2009/04/vtnc2.jpg?w=205" alt="Idependente do seu tamanho, seja sincero!" width="205" height="300" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Independente do seu tamanho, seja sincero!</dd>
</dl>
</div>
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		<title>Dinheiro traz felicidade</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 22:50:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dúvida]]></category>

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		<description><![CDATA[ E vou explicar o por que. Vejamos a seguinte situação: uma família de 5 pessoas: pai, mãe e três filhos. O pai desempregado, a mãe trabalha como empregada doméstica e todos os três filhos estão na idade de ir para o colégio, não podem trabalhar. Óbvio que eles podem ser felizes mesmo com estas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style=' float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;'  class="alignleft size-thumbnail wp-image-115" title="dinheiro" src="http://paulinhateixeira.files.wordpress.com/2009/04/dinheiro.jpg?w=97" alt="dinheiro" width="97" height="95" /> E vou explicar o por que. Vejamos a seguinte situação: uma família de 5 pessoas: pai, mãe e três filhos. O pai desempregado, a mãe trabalha como empregada doméstica e todos os três filhos estão na idade de ir para o colégio, não podem trabalhar. Óbvio que eles podem ser felizes mesmo com estas limitações financeiras. Mas também é óbvio que se eles começarem a passar fome, vai ficar cada vez mais difícil de manter a “felicidade”, porém não é algo impossível.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Agora vejamos uma mudança na sua situação econômica. O pai consegue um emprego onde ganha razoavelmente bem. Agora eles têm dinheiro para poder viajar nas férias, comprar roupas novas de vez em quando, algumas coisas supérfluas para enfeitar a cozinha. Enfim, uma situação financeira estável.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Aí você diz: mas é claro que com uma situação financeira precária é difícil manter a família “feliz”. Então o dinheiro trouxe felicidade para a família, certo? Certo. Claro que se a família é desunida, os seus membros não se entendem, nem com todo o dinheiro do mundo será uma “família feliz”, porém seus membros poderão ser felizes mesmo assim. Como? Ora essa, tendo dinheiro você não precisa mais morar com pais que você não agüenta, não precisa estar casada(o) com uma pessoa que não te entende, e que você não ama mais. Cada um pode seguir seu caminho, procurar por sua felicidade.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Porém numa família pobre, se o marido ou a mulher sair de casa, sem dinheiro, para onde vai? Ou os filhos, normalmente sem instrução superior? Todos serão obrigados a continuar vivendo sob o mesmo teto, pois, faltando o dinheiro não têm como sair de casa. Neste caso, a falta de dinheiro trouxe infelicidade. E, portanto, o dinheiro traria SIM a felicidade para cada um, ou no mínimo a chance de tê-la.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Portanto, defendo a idéia de que dinheiro não é tudo, mas é 99%. É materialismo meu? É sim. Mas e quem não é materialista num mundo como o nosso? Não há como não o ser. Para tudo o que você for fazer você vai precisar de dinheiro. Mesmo se você morar no meio do mato, cultivando a sua própria comida e fazendo suas próprias roupas, você vai precisar de dinheiro. Até depois da morte você continuará dando prejuízos para a sua família.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">É, estou meio indignada com a sociedade hoje. Desigualdade social, corrupção e outras coisas ruins que você já deve estar cansado de ouvir falar na mídia. Pensando nisso tive uma idéia pra uma história. Uma história sobre uma menina rica e infeliz, o clássico “pobre menina rica”. Queria mostrar como era a realidade dela e todas as questões que ela levanta antes de partir em busca de respostas. Respostas estas que ela procura mudando totalmente de ambiente, tipo, indo morar em bairros pobres, trabalhando muito e ganhando pouco. Ainda não decidi bem o argumento da história, mas é mais ou menos por aí. Sugestões aceitas. <span style="font-family:Wingdings;"><span> <img src='http://diegop.info/paulateixeira/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Ah, não posso esquecer de dar os devidos créditos à uma pessoa que é uma das minhas inspirações para escrever este post: Manoel Mendes, o Maneca, que foi meu professor de Filosofia na segunda<span style="font-size:17pt;"> </span>fase do curso de Ciência da Computação e um dos poucos que tentou mostrar para nós o verdadeiro sentido de educar. Aqui o link do <a href="http://obuscador.org/">blog</a> dele. Vai lá, ele escreve bem pra caramba! <span style="font-family:Wingdings;"><span> <img src='http://diegop.info/paulateixeira/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">
<div id="attachment_116" class="wp-caption aligncenter" style="width: 315px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center; display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;"><img class="size-full wp-image-116" title="comprovado_dinheiro_compra_felicidade" src="http://paulinhateixeira.files.wordpress.com/2009/04/comprovado_dinheiro_compra_felicidade.jpg" alt="Ele pode dizer que dinheiro traz 100% de felicidade" width="305" height="400" /><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">Ele pode dizer que dinheiro traz 100% de felicidade</p></div>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Ps.: Viu Diego, consegui escrever o post em parágrafos! <span style="font-family:Wingdings;"><span> <img src='http://diegop.info/paulateixeira/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  <img src='http://diegop.info/paulateixeira/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  <img src='http://diegop.info/paulateixeira/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span></span></p>
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