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	<title>Lutando contra a preguiça &#187; Eu ODEIO!</title>
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		<title>Eu ODEIO! gente sem noção na calçada</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 18:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu ODEIO!]]></category>
		<category><![CDATA[Imbelicidade Alheia]]></category>
		<category><![CDATA[ÓDIO!]]></category>
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		<description><![CDATA[Buenas! Cá estou pra falar mais uma vez das angústias da minha vida. Mais especificamente, do que eu mais odeio. E, neste post, vou falar daquelas pessoas sem noção que andam na calçada como se estivesse com a cabeça na Lua.
Mas, observem: eu, quando estou andando na rua, também sou desligada, tanto que já passei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2010/03/cabeça.jpg"><img style=' float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;'  class="size-medium wp-image-428  alignleft" title="cabeça" src="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2010/03/cabeça-244x300.jpg" alt="" width="244" height="300" /></a>Buenas! Cá estou pra falar mais uma vez das angústias da minha vida. Mais especificamente, do que eu mais odeio. E, neste post, vou falar daquelas pessoas sem noção que andam na calçada como se estivesse com a cabeça na Lua.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, observem: eu, quando estou andando na rua, também sou desligada, tanto que já passei pela minha própria avó e não vi&#8230; Neste caso, me refiro àquelas que ficam empacando na calçada, olhando vitrine ou o diabo-a-quatro.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos, me acompanhe e depois diga se concorda comigo ou não: você está com pressa, ou simplesmente quer chegar rápido no lugar porque está cansado, e é atrasado por alguém que decidiu parar bem na sua frente para ver uma loja. Ou para a atender o celular. Ou para ficar olhando para o céu em busca de discos voadores (discos não neh, pendrives, tempos modernos minha gente). Ou porque acharam que aquele ponto da calçada era um lugar bem confortável para parar e fazer uma retrospectiva da sua vida. E tem mais mil e um motivos para um cidadão resolver parar no meio da calçada. O fato é que isso, pra quem tem DESCONFIÔMETRO é extremamente estressante.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2010/03/mula.jpg"><img style=' float: right; padding: 4px; margin: 0 0 2px 7px;'  class="size-medium wp-image-429 alignright" title="mula" src="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2010/03/mula-300x172.jpg" alt="" width="300" height="172" /></a>Irei relatar-vos (O.o) alguns causos meus onde realmente perdi a paciência. Um dia de chuva, estava eu e minha excelentíssima irmã @kahteixeira andando no centro, tomando cuidado para andar em baixo das marquises, para, obviamente, não nos molharmos. E eis que aparece alguém com um fucking guarda-chuva, andando de baixo da marquise também, ocupando toda a calçada. Put@ que me pariu! Se tem guarda-chuva, usa na chuva, p@rra! Fala sério meu, 90% das pessoas que estão andando em baixo das marquises em dia de chuva é porque estão SEM guarda-chuva. E vem um aloprado, filhodumaegua, animal, com um guarda-chuva DESTE tamanho disputando lugar com você em baixo das marquises&#8230; É de cair ou da bunda.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois do segundo imbecil com guarda-chuva eu perdi a (pouca) paciência que eu tenho: comecei a xingar. Passava por um e dizia: mas tem gente imbecil neste mundo neh, vaitomardonoc#! Ficam atrapalhando o caminho dos outros! E entre outras coisas que dizia. Minha irmã ficava dizendo: cala boca guria, daqui a pouco um maluco não gosta e dá com a mão na tua cara! E eu dizia: Que se fod@!</p>
<p style="text-align: justify;">No mesmo dia, já tinha parado de chover e estávamos indo para a rodoviária quando passamos por uma mulher que estava segurando uma sombrinha aberta, porém do lado do corpo, e não em cima da cabeça. Pois bem, tinha espaço suficiente na rua pra passar um BOI e um RINOCERONTE, lado a lado, então pensei que estava tudo dominado. Mas não, nããããããããão, a mulher resolveu passar exatamente do MEU lado, quase esbarrando em mim. E o pior nem foi isso. O pior foi que ela consegui a proeza de enfiar a ponta da sombrinha (aquela ponta de ferro fininha) dentro do meu ouvido. Sim, exatamente isso, a ponta da sombrinha entrou no meu ouvido.</p>
<p style="text-align: justify;">Será que eu fiquei brava, será, SERÁ? Cara, na hora do susto xinguei a velha (nem lembro se era velha, sei que pra mim mulher doida é velha) de filha da put@. Mas tipo, gritando sabe. E sabe que ela nem olhou pra trás? Put@ que pariu Seu Madruga, se a minha bolsa encosta em alguém eu sinto&#8230; Fala sério, gente dormente é fod@.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso meus querido, quando andarem nas calçadas, tenham respeito pelos outros e cuidado para não esbarrar em ninguém, porque se for em mim eu xingo mesmo, car@lho!</p>
<p style="text-align: justify;">Sou uma pessoa extremamente calma, juro.</p>
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		<title>Brasileiro: povo burro para todo o sempre</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 16:29:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Baseando-se  no tempo que estou sem escrever somado com o desenvolvimento atrasado do meu TCC mais organização de formatura plus provas consecutivas na faculdade conclue-se que estou sem tempo.
Notou a concordância e termos bonitos no parágrafo anterior? Reflexo do TCC. Na verdade, estou ficando meio maluca por causa dele. Mas deixemos isto de lado, afinal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Baseando-se  no tempo que estou sem escrever somado com o desenvolvimento atrasado do meu TCC mais organização de formatura plus provas consecutivas na faculdade conclue-se que estou sem tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Notou a concordância e termos bonitos no parágrafo anterior? Reflexo do TCC. Na verdade, estou ficando meio maluca por causa dele. Mas deixemos isto de lado, afinal se nem eu tenho saco pra fazê-lo, quanto mais vocês para ler eu escrevendo sobre ele&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Sigamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dia desses (não sei quando, já perdi a noção do tempo, minha semana foi caótica) estava eu tamborilando pensamentos vagos por entre meus neurônios atarefados. Estavam todos tão ocupados que começaram a gerar impulsos desordenados resultando em pensamentos sem sentido, idéias e conceitos sem nenhuma ligação entre si. Então tive um momento de lucidez&#8230;. Eu vi a luz. A idéia ficou clara em minha mente e eu pensei: preciso escrever um post sobre isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o que era, afinal? Bom, não sei porque comecei a pensar nisso, mas foi mais ou menos assim: estava pensando naquelas homenagens idiotas que fazem na TV. Tipo, o cara se desmancha em elogios, colocando-se abaixo do homenageado. Ah, lembrei porque comecei a pensar sobre isso: estava pensando na formatura e naquela besteira de professores homenageados e tal. Enfim.</p>
<p style="text-align: justify;">Continuando, a pessoa fala do homenageado de uma maneira tão humilhante que chega a dar pena. Tipo, fala coisas que o fulano fez como se fossem atos heróicos, mas que na verdade eu e você fazemos a mesma coisa – ou até mais &#8211; todos os dias. Assista o “Arquivo Confidencial” (ainda existe?) do glorioso Faustão e saberá do que estou falando.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não, ainda não era isso que eu queria escrever. Queria mesmo era chegar naqueles famosos quadros onde um apresentador randômico ajuda alguém. Tomo como exemplo os gêmeos obesos que passam na Rede Record. O programa lá tá ajudando os dois reis momos a emagrecer e tal.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora analise comigo: já ouviu como esses dois falam? Se você não sabe quem são esses dois obesos vou ser boazinha e explicar. A família deles é pobre e não tem dinheiro pro tratamento. Daí o programa tá ajudando e blá blá blá. Mas a questão é: o nível de intelecto deles não é lá grandes coisas. Você já viu alguma vez ajudarem alguém que tem nível universitário? Ou alguém que saiba falar bem, se é que você me entende?</p>
<p style="text-align: justify;">Onde quero chegar: nunca vi, em toda a minha jornada de 23 anos, um “ajudado” que tivesse um pouco mais de tutano. Sempre são aquelas pessoas que agem como coitadas, falam como coitadas. Não têm orgulho, respeito por si mesmo. Dão a entender que o vira-lata que vive rondando a vizinhança vive melhor que eles. E sempre choram. SEMPRE.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe, acredito que se colocasse alguém como, sei lá, eu, nesses quadros, não iria dar muito certo. Não iria ficar me remoendo, que sou pobre <span style="text-decoration: line-through;">pobre pobre de marré marré marré</span>. E acho que eles não escolhem pessoas como eu porque o público não sentiria pena de mim. E é aí que mora o sucesso destes programas: a sensibilidade do povo. O povão vê aqueles gordos mórbidos lá, que dizem que são pobres pra car#@lho e não têm dinheiro pra tratamento, ficam com pena e querem que eles se dêem bem. E assistem até o final do quadro, que normalmente se estica por alguns meses. É garantia de audiência.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode até ser paranóia minha, mas é visível que a televisão não tenta evoluir o cidadão. Vêem-no como povão, semi-analfabeto, e querem que continue assim. Não colocam programas que exija do cidadão que pense um pouco, como, sei lá, Dexter, por exemplo. Colocam quadros com povão como protagonista, e assim se perpétua a burrice do povo. Povo burro não luta por seus direitos, na verdade nem sabe que eles existem. Por isso que quero sair desse país.</p>
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		<title>Segredos da vida doméstica</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 20:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estava hoje esperando pacientemente meu ônibus, ouvindo música. Aquela chuvinha linda, maravilhosa, boa pra dormir o dia inteiro, me obrigava a ficar na casinha da parada de ônibus junto com as outras pessoas que lá estavam. Não que eu me incomode em ficar perto delas, o problema é que eu tive que ficar BEM perto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estava hoje esperando pacientemente meu ônibus, ouvindo música. Aquela chuvinha linda, maravilhosa, boa pra dormir o dia inteiro, me obrigava a ficar na casinha da parada de ônibus junto com as outras pessoas que lá estavam. Não que eu me incomode em ficar perto delas, o problema é que eu tive que ficar BEM perto delas, pois a chuva vinha de lado e seu eu não ficasse mais pro meio da parada me molhava toda.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema maior, na verdade, são as pérolas que aparecem neste tipo de aglomerações. Ah, esqueci de mencionar, eram três mulheres, donas de casa, na faixa dos seus 30 a 40 anos. E hoje, como não podia falhar, ouvi algumas. Estavam falando da chuva, que não secava as roupas e blá blá blá, assuntos que não me interessam.</p>
<p style="text-align: justify;">Ouvi elas falando de máquina de lavar até chegar o ônibus. Quando chegou me meti na frente e entrei primeiro. Não agüentava mais aquele papo. Mas sobre o que elas estavam falando? Sobre máquina de lavar que faz tudo. Sim, você leu certo, elas estavam discursando como era bom os “tempos de hoje” (papo de velho neh), e que uma delas queria comprar uma máquina de lavar que faz tudo. O.o</p>
<p style="text-align: justify;">Minha nossa senhora, uma máquina de lavar <strong>que faz tudo</strong>! Tipo, você vai tomar banho neh, daí tira a roupa, joga no chão e no segundo depois , punf! desaparece. E mais alguns instantes depois ela reaparece dentro do seu armário, dobradinha, passada e perfumada. Meu santo Yoda. Pra mim, uma máquina que faz tudo seria como a empregada robô dos Jetsons. Até brigar com as crianças ela briga. E uma máquina de lavar que só LAVA e CENTRIFÚGA a roupa ganha status de “faz tudo”. Só por Spock mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Sinceramente, depois de me irritar, da irritação passar, de eu aumentar o volume do meu inseparável amigo, o iPod, eu acho graça disso. Às vezes aparecem essas pérolas, ditas com a solenidade de uma filosofia, que só é possível achar graça, pois se tentar argumentar passa por grosso, ou “essa juventude pensa que sabe tudo”, como se idade fosse sinônimo de conhecimento. Eu desisto, fico na minha que ganho mais.</p>
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		<title>Eu ODEIO Tarados!</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 19:26:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu ODEIO!]]></category>
		<category><![CDATA[Imbelicidade Alheia]]></category>
		<category><![CDATA[Nojo]]></category>
		<category><![CDATA[Imbecilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Mas e quem gosta neh? Poisé, podia terminar o post aqui. Não não, não era isso que eu queria dizer.
Na verdade pensei no título “Porque homens são assim?” mas achei que iria ficar meio vago o que eu queria dizer. Poderiam pensar que era um post feminista, ou reclamando de algum comportamento masculino, mais precisamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mas e quem gosta neh? Poisé, podia terminar o post aqui. Não não, não era isso que eu queria dizer.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade pensei no título “Porque homens são assim?” mas achei que iria ficar meio vago o que eu queria dizer. Poderiam pensar que era um post feminista, ou reclamando de algum comportamento masculino, mais precisamente dentro de um relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, não é sobre isso que eu queria falar, e sim, sobre o porque de homem tem de ser tarado.</p>
<p style="text-align: justify;">Não, eu não acho que TODO homem é tarado. Não no nível que eu estou falando. Estou falando daqueles caras que ficam te secando descaradamente enquanto você passa na rua, como se você fosse dar pra eles pelos simples fato de você saber que eles estão te tarando. Fala sério.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro que esses tipinhos nem tentam disfarçar. Eu até gosto de ser observada pelos que olham mas disfarçam, pois assim nota-se que estão te secando mas têm senso de ridículo e respeito pela mulher. Ou pela mulher do lado deles, tanto faz. Mas enfim, não ficam te olhando com cara de cachorro com fome.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra coisa que eu observei ao longo destes meus bem vividos 23 anos é que normalmente esses caras que ficam secando descaradamente uma mulher são <span style="text-decoration: line-through;">pobres fudidos</span> <a href="http://www.morroida.com.br/2009/05/27/favor-me-ajudem-desvendar-a-seguinte-noticia/" target="_blank">isentos</a>. Até hoje não vi nenhum gerente, por exemplo, passar por uma mulher bonita e dizer: <em>“Ow gostosa”</em>. Na verdade, nem precisa ser de um cargo muito alto, basta ter um pouquinho de cultura e o sujeito já sabe que isso é comportamento de homem das cavernas. Tah tah, homem das cavernas nem pararia olhando, dava uma olhadinha e já puxaria pelos cabelos, mas você entendeu.</p>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-medium wp-image-350 aligncenter" title="piscina_pobre" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/07/piscina_pobre-300x225.jpg" alt="piscina_pobre" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align: justify;">O porque de estar falando disso hoje? Bom, porque isso me aconteceu HOJE e eu fiquei muito emputecida. E o pior que já era previsível que isso iria acontecer. Vou descrever-lhe a cena: estava eu voltando de uma entrevista de emprego, para o qual eu fui bem arrumadinha, e quando estava voltando tinha uns 7 caras varrendo a rua, vestidos de lixeiro, e uns 2 observando. Quando vi eles já sabia o que iria acontecer. Dito e feito. <em>“Isso é que é coisa bonita”</em> e <em>“Boooooooom diaaaaaaaa”</em> foi só o que eu ouvi, porém senti que todos eles pararam o que estavam fazendo pra olhar pra minha bunda. Meu, que bosta isso. Fala sério, gente sem cultura, uns fudidos de 40 anos na cara cantando qualquer coisa que se pareça com mulher e tenha menos de 1 metro de circunferência. E nem dá pra dizer pra arranjarem um terreno pra carpir porque era justamente isso que eles estavam fazendo, pra você ver o nível financeiro dos cidadãos em questão.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro dia me aconteceu coisa parecida. Passando por uma “obra” e os caras ficaram me secando e falando bobagens. Detalhe que eu passo por lá todo fucking dia, porém aquele eu estava um pouquinho mais bonitinha. Se bem que obra é um lugar onde já se espera esse tipo de comportamento. Porque? Porque você já viu um pedreiro rico? Ou servente? Então, comprovo a minha teoria.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.morroida.com.br/2007/06/19/eu-odeio-pobre-o-retorno/"><img class="size-medium wp-image-351 alignnone" title="havaiana_pobre" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/07/havaiana_pobre-300x293.jpg" alt="havaiana_pobre" width="300" height="293" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ahhhh, estou mais aliviada de ter escrito este post, de ter desabafado o meu ódio por esse tipo de comportamento. Sei que esse imbecis não vão parar, mas que eu não gosto, não gosto. E quando isso acontece comigo, nem olho pra cara do sujeito pra não ocupar meu HD. Apenas olho fixo pra frente e faço cara de muuuuuuito ódio. Às vezes funciona.</p>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-medium wp-image-352 aligncenter" title="mal-humor" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/07/mal-humor_gravateiro-288x300.jpg" alt="mal-humor" width="288" height="300" /></p>
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		<title>Ah meu Deus!</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 16:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Acho interessante como certas coisas conseguem se grudar na mente da gente. Normalmente são coisas que você ouve desde criança, e aprendeu quase que por osmose, pois, mesmo que você faça força nunca vai se lembrar quando disse a tal coisa pela primeira vez.
Um exemplo disso é o “Meu Deus”. Pense, raciocine comigo e seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[endif]--></p>
<p style="text-align: justify;">Acho interessante como certas coisas conseguem se grudar na mente da gente. Normalmente são coisas que você ouve desde criança, e aprendeu quase que por osmose, pois, mesmo que você faça força nunca vai se lembrar quando disse a tal coisa pela primeira vez.</p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo disso é o “Meu Deus”. Pense, raciocine comigo e seja sincero: você diz, não diz? Diz sim! Pois é, eu também digo. Tá, mas e daí? E daí, meu caro cumpadi Washington, é que eu sou atéia, portanto, não acredito em deus, portanto², estou me contradizendo, portanto³, isso é um saco.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu acreditava em deus, igreja e essas coisas, achava que era violação do segundo mandamento da lei de Deus: “Não tomar Seu santo nome em vão”. #mimimi Porém mesmo assim falava, sem querer, mas falava.</p>
<p style="text-align: justify;">E agora (Bial?) que sou atéia, que sentido faz dizer “Ah meu deus!”? Nenhum, é óbvio. Porém continuo dizendo. Tento me policiar, mas passa despercebido. Ás vezes quase consigo segurar o desgramado na boca, mas ele escapa que nem lagartixa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas minhas épocas de reza (&#8230;) tentava entender exatamente o quê eu estava dizendo. E fazia isso com o “Ah meu Deus” também. Mas, bolas, hoje em dia não dou um real por esse tipo de coisa. Não me importa, não é da minha conta. Minha vida é totalmente diferente agora. Crenças, medos, idéias&#8230; Mas o filhodumap&#8230; continua fazendo parte da festa.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que vou adotar a mesma técnica da minha irmã. Em vez de falar “Meu Deus”, falo outra coisa. No caso dela ela trocou pelo nome de uma cara doido lá (ajuda aí Carla). Os caras do Judão falam “por Shiloh”. Acho que vou investir minhas energias para achar um nome legal pra mim, para chamar de “Meu”, literalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu encontrar eu aviso. Mas é só meu, viu!</p>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" title="eca" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/05/eca-300x229.jpg" alt="eca" width="300" height="229" /></p>
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		<title>A questão do bicha</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 17:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicha]]></category>
		<category><![CDATA[Eu ODEIO!]]></category>
		<category><![CDATA[Nojo]]></category>
		<category><![CDATA[Tosco]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom, devido à muitas reclamações (da minha própria consciência) resolvi fazer um post sobre bichas.
Bom, expliquemos. Normalmente, no meu dia a dia, diariamente, costumo usar a espressão: “Mas que bichisse” ou “Que coisa gay”. E uso tanto que até escrevo isso aqui no blog, pois já faz parte do meu repertório de xingamentos.
Então, eis que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Bom, devido à muitas reclamações (da minha própria consciência) resolvi fazer um post sobre bichas.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, expliquemos. Normalmente, no meu dia a dia, diariamente, costumo usar a espressão: “Mas que bichisse” ou “Que coisa gay”. E uso tanto que até escrevo isso aqui no blog, pois já faz parte do meu repertório de xingamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, eis que surge o problema: e se algum gay se ofende? Hein, hein?? Daí surgiu a necessidade de escrever este texto, para explicar o que realmente quero dizer com isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, todos sentados, comecemos a oração. Primeiro de tudo: eu não tenho preconceito contra homossexuais. Respeito e até acho bonito quando vejo um casal gay (homens ou mulheres) andando na rua. Sei lá, sinto como se a liberdade de escolha estivesse andando perto de mim, como se aquilo fosse a prova que estamos numa era que temos liberdade para expressar o que pensamos do jeito que quisermos(é, mas não pros muçulmanos&#8230;). Acho que tô meio sentimental hoje&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, voltemos. Respeito muito os homossexuais, já tive um amigo que era e tal. Porém o que me irrita são aqueles que querem ser mais femininos que nós, mulheres de verdade. Pombas, ficam falando daquele jeito nojento, tipo: “Ai amigaaaaaaaa, onde foi que você comprou este top, amigaaaaaaa?”. Putaquepariu. Sinceramente, dá nojo. Mas dá mais nojo ainda é que dá pra ver claramente que eles estão forçando isso. Sei que tem uns que falam afeminadamente e tal, mas, poxa, precisa ficar se rebolando todo pra andar, ficar com a mão naquela posição de bracinho de dinossauro[1] e com aquela voz anasalada? Tenha dó.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando xingo alguém, ou algo, de bicha, é desses tipinhos que to falando. Bichisse é uma coisa fresca, tipo pular em cima da cadeira por causa de uma barata ou de um rato (não vou dar o exemplo de aranhas, tá Diego).</p>
<p style="text-align: justify;">Porém tem aquelas situações que é necessário o uso do “bicha” mas na verdade é pra dizer o contrário&#8230; Aff, me enrolei. Enfim. Quero dizer, tipo, um cara dizer que não usa camiseta cor de rosa porque é coisa de bicha. Aí eu vou dizer: “Bicha é ficar se fresquiando por causa da cor da camisa”. Entendeu? Não? Bom, se não tivesse saído da minha cabeça essa idéia eu também não teria entendido&#8230; Ou estou subestimando a inteligência de vocês&#8230; ou você&#8230; ou do vento&#8230; sei lá.</p>
<p style="text-align: justify;">[1] Bracinho de dinossauro: é aquela posição que normalmente os bichas ficam, mais conhecida como <a href="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/05/01482132100-150x150.jpg" target="_blank">&#8220;quebrar a mão&#8221;</a>, eu acho.</p>
<p style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-medium wp-image-241 aligncenter" title="clodovil_avoz" src="http://paulateixeira.info/wp-content/uploads/2009/05/clodovil_avoz-300x278.jpg" alt="clodovil_avoz" width="300" height="278" /></p>
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		<title>Meu maior susto</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 20:31:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu ODEIO!]]></category>
		<category><![CDATA[Quase morri]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>

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Meu, realmente eu odeio levar susto. E pior que levo assim, do nada. Tipo, tô ouvindo música, meu namorado chega por trás de mim (opa!) e eu levo aqueeeeele susto. Quase morro tentando engolir novamente o coração. Certa vez a supracitada criatura, que estava com uma roupa toda preta – calça, blusa de manga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:PunctuationKerning /> <w:ValidateAgainstSchemas /> <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables /> <w:SnapToGridInCell /> <w:WrapTextWithPunct /> <w:UseAsianBreakRules /> <w:DontGrowAutofit /> </w:Compatibility> <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--[if gte mso 10]> <mce:style><!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} --> <!--[endif]--></p>
<p style="text-align: justify;">Meu, realmente eu odeio levar susto. E pior que levo assim, do nada. Tipo, tô ouvindo música, meu namorado chega por trás de mim (opa!) e eu levo aqueeeeele susto. Quase morro tentando engolir novamente o coração. Certa vez a supracitada criatura, que estava com uma roupa toda preta – calça, blusa de manga comprida e sapato – sai do escuro e grita “Aaaaaaaaaah!”. Nem preciso dizer que o que aconteceu. Houveram até lágrimas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Porém este não foi o pior. E vou descrever aqui exatamente como me lembro, para o deleite daqueles que estão lendo isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu estava no ensino médio tinha o costume de ficar procurando na net coisas sobre fantasmas e tal. Morria de medo (sim, já tive medo de fantasmas) e mesmo assim ficava entrando naquela porcaria de site do Assustador. Não vou me dar ao trabalho de procurar o endereço e espero sinceramente que o site não esteja mais no ar.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, tinha aquela famosa foto da menina no corredor, que parecia estar flutuando, com os olhos brilhando e segurando uma boneca pela cabeça.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" title="menina-do-corredor" src="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2009/05/menina-do-corredor.jpg" alt="menina-do-corredor" width="386" height="463" /></p>
<p style="text-align: justify;">Foi aí que começou meu ódio por corredores. Tipo, na época a minha casa tinha um corredorzão, que cortava a casa de fora a fora. E eu estudava a noite, chegava lá pelas onze&#8230; Todos os dias, quando chegava em casa, eu ia ligando todas as luzes por onde passava, parecia que tinha umas 15 pessoas na casa. Minha mãe ficava puta comigo. Aliás, ela é a estrela principal desta história.</p>
<p style="text-align: justify;">Certo dia cheguei, como de costume, às onze e me dirigi ao meu quarto. Porém naquele dia eu pensei: “Tá na hora de virar hominho, não vou acender as luzes.”. Muito bem, fui pro quarto, troquei de roupa, apenas com a luz do quarto acesa.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois disso fui pro banheiro – apaguei primeiro a luz do quarto e depois liguei a do banheiro, pensando: como sou machinho! – para escovar os dentes. Me posicionei na frente de pia e comecei o serviço, sempre olhando com o rabo do olho pro corredor.</p>
<p style="text-align: justify;">Atente para a disposição dos cômodos (isso foi antes da reforma):</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter" title="minha-casa" src="http://diegop.info/paulateixeira/wp-content/uploads/2009/05/minha-casa.jpg" alt="minha-casa" width="480" height="361" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quando estava no meio da escovação, pensei: “Que coisa mais bicha, vou parar de ficar olhando”. Ta, beleza, quase terminando quando, de repente sinto aquela presença do meu lado&#8230; Eu não sei se me assustei mais sentindo a presença ou olhando para a criatura que causou tudo isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, era a minha mãe. Porém não era “só” a minha mãe. Ela tava com aquela cara de quem saiu do escuro e foi pro claro – tipo um olho fechadinho e o outro quase &#8211; com o cabelo todo revirado e bem séria, me olhando. Tipo, ela saiu do quarto dela &#8211; que antes da reforma ficava do lado do banheiro e portanto, atrás de quem estava escovando os dentes – e ficou parada do meu lado, só pra ver o que ia acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que eu quisesse, eu nunca conseguiria descrever o que eu senti naquela hora. Quando eu vi ela, simplesmente me faltou o ar. Tentei puxar o ar com força e acabou saindo um barulho estranho enquanto fazia isso. Problema era que eu estava com a escova de dentes ainda na boca, portanto, quase tive que ir pro hospital para tirar um objeto estranho de dentro do estômago.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o barato maior foi a reação da minha mãe depois disso. Enquanto eu estava ali fazendo respiração cachorrinho ela passou por trás de mim, sentou no vaso, fez o que tinha de fazer, levantou e voltou para o quarto, sem dizer nada, nem rir, NADA. Depois que eu recuperei o fôlego e fui para o quarto fiquei pensando se esta minha experiência havia sido real mesmo. No outro dia perguntei pra minha mãe porque ela fez aquilo, e ela respondeu: (gargalhadas)“Pensei em dizer ‘Bu!’ mas achei que tu ia desmaiar!” (gargalhadas dela e da minha irmã também). Ainda bem que ela teve um pouco de dó de mim, se não eu teria ido para o hospital desacordada e com um escova de dentes na barriga&#8230;</p>
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		<title>Eu ODEIO Nicolas Cage!</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 19:28:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu ODEIO!]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
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		<description><![CDATA[Sim, eu realmente o odeio. Claro, como profissional, se é que dá pra dizer que o que ele faz é profissão. Veja bem que não estou dizendo que atuação não é profissão e sim que o que ELE faz não é atuação.

Vamos exemplificar. Falemos do filme Sacrifício – se você viu, meus pêsames, se não, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Sim, eu realmente o odeio. Claro, como profissional, se é que dá pra dizer que o que ele faz é profissão. Veja bem que não estou dizendo que atuação não é profissão e sim que o que ELE faz não é atuação.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Vamos exemplificar.<span> </span>Falemos do filme Sacrifício – se você viu, meus pêsames, se não, não perca seu tempo. Não vou nem dar a sinopse dele, de tão ruim. Porém o que o tornou pior ainda foi o ator principal. O cara simplesmente não abria a boca pra falar! Sem expressão facial, nem corporal, o cara parecia um boneco de ventriloquismo.s Se bem que um boneco abre e fecha a boca para falar e ele nem isso. Se tinha que dizer alguma, ele dizia. Vê-se claramente o trabalho do diretor naquele filme. Tipo, gritando: Fala agora, porra!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Falemos de outro filme dele – O Vidente. Este sim é um filme que vale a pena perder uma hora e alguma coisa – sei lá a duração do filme, porra. O roteiro é legal, tem a boazuda da Jessica Biel fazendo papel de &#8230; boazuda. Enfim. O filme fala de um cara que consegue prever alguns segundinhos do futuro. Porém quando conhece a boazuda da história, seu poder é ampliado. Tá, beleza. Filme é legal? É. E o fulano? Mais uma vez, não fez nada de mais. A obra ficaria perfeita se fosse outro ator&#8230; Mais uma vez sem expressão facial, muito menos corporal. Fico imaginando esse cara atuando numa cena que tem que mijar&#8230; Ia ser interessante.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Motoqueiro Fantasma. Ah, esse é legal e dá pra dizer que ele não estragou o filme. Porque? Bom, nas melhores partes do filme não dá pra ver a cara dele porque ta PEGANDO FOGO (o que não seria má idéia, muahahahaha) e até a voz não é a dele. E, falando nesse filme, que coisinha marromeno hein.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Cidade dos Anjos. Tá, não vou falar mal deste filme, até porque não tem o que dizer. E dele&#8230; Bom, fez um papel que se encaixava com o seu “jeito de atuar”&#8230; Tipo, um cara que não sabe como é ser um humano (ele é um anjo) e se transforma num, por curiosidade e por amor à uma mulher. E por não saber como é ser um humano ele tinha que parecer bobalhão, tanso. E isso ele sabe fazer. Mas, mais uma vez, seu “trabalho” não foi, nem de perto, inesquecível. O filme sim, mas não ele. Deu pra entender? Se não, te fode, hehehe.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Tem outro filminho medíocre dele que&#8230;, qual era mesmo o nome? Ah, A Lenda do Tesouro Perdido. Tipo, cópia (ou tentativa) descarada de Indiana Jones. E ele, mais uma vez, fazendo papel de mala sem noção.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Acho que era só isso que eu tinha pra falar dele. Outros filmes? Nem me dei ao trabalho de pesquisar sua filmografia. Vida pessoal? Na. Só uma vez ouvi falar, melhor, li que ele tem alguns castelos&#8230; Vixe!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Para terminar: Eu ODEIO Nicolas Cage! E se você gosta, mil perdões (e pêsames também).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<div id="attachment_161" class="wp-caption aligncenter" style="width: 237px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center; display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;"><img class="size-medium wp-image-161" title="011247194-ex00" src="http://paulinhateixeira.files.wordpress.com/2009/04/011247194-ex00.jpg?w=227" alt="Olha a cara da criatura... Na verdade, não é bom olhar muito não..." width="227" height="300" /><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">Olha a cara da criatura... Na verdade, não é bom olhar muito não...</p></div>
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		<title>Eu ODEIO cavalos!</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 15:47:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu ODEIO!]]></category>
		<category><![CDATA[Inutilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Quase morri]]></category>
		<category><![CDATA[Bichos]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Estou inaugurando uma nova categoria, a Eu ODEIO. Nela vou postar textos sobre coisas que eu odeio, quando me lembrar destas, é claro, visto que minha memória tem personalidade própria, mas isso é assunto pra outro post.

Bom, porque eu odeio cavalos? Normalmente essas idéias de odiar coisas que aparentemente não fazem sentido partem de algum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;   &lt;![endif]--><!--[if !mso]&gt;--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Estou inaugurando uma nova categoria, a Eu ODEIO. Nela vou postar textos sobre coisas que eu odeio, quando me lembrar destas, é claro, visto que minha memória tem personalidade própria, mas isso é assunto pra outro post.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Bom, porque eu odeio cavalos? Normalmente essas idéias de odiar coisas que aparentemente não fazem sentido partem de algum trauma antigo. É, no meu caso pode ser. Mas não é a única razão.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Tudo começou quando fui pela primeira vez no Beto Carrero World. Neste época eu tinha uns 15 anos e já não simpatizava com os bichos supracitados. Sempre os achei meio ameaçadores, talvez por causa daqueles filmes em que o cavalo dá aquela empinada, soltando aquele relincho. Ficava imaginando alguém sendo pisoteado pelo animal quando ele voltasse da empinada.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Enfim, eram quase meio-dia e eu queria ir no elevador. É aquele brinquedo que as pessoas ficam presas (presas tipo amarradas e não trancadas lá) numa cabine, a cabine<span> </span>sobe uns 20 metros e depois cai em queda livre. Porém o motherfucker guri que estava comigo (oi Samuel!) estava se cagando de medo e disse que se eu andasse de cavalo ele iria no elevador comigo&#8230;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Pensei comigo: filhodaputa! Ah, mas não deve ser tão ruim&#8230; Espero que o cavalo não esteja tão fedorento (até agora só conheci cavalos fedorentos). Concordei com a chantagem achando que iria ser rápido e tal. O cara que trouxe o mardito tava com uma cara de poucos amigos que quando eu olhei pra ele comecei a pensar em ir no elevador sozinha mesmo&#8230;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O cara me ensinou a subir no cavalo, que para o meu tamanho foi quase um milagre. Depois me mostrou como guiar o bicho: acelerador, seta pra esquerda e direita, marcha ré e freio de mão (não, não coloquei a mão em nenhuma “alavanca” para o tal, blz!). Parecia fácil e até comecei a rever meus conceitos de antipatia pelos eqüinos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Durou pouco tempo. Depois de alguns passos o disgramado já não respondia aos comandos de virar para os lados. Comecei a gritar: Ele não ta virando pro lado! Socorro! E o retardado do cara que cuidava dos cavalos nem aí pra mim.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Comecei a puxar mais forte pra ver se o filhodumaégua virava, mas em vez disso ele começou a andar mais rápido. E rápido neh! Me desesperei e de canto de olho vi meu amigo rindo. #filhodaputa</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Gritei mais alto e ouvi de longe o cara dizer: Puxa! E eu dizia, quase chorando: Tô puxando, porra! E ele: Puxa com força!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Aí a merda agarrou. Puxei com mais força – nisso o cavalo tava quase no muro, do outro lado do negócio – e a criaturadodemo parou. Porém não só parou, deu aqueeeeeeela empinada, deu aqueeeeeeele relincho e depois parou. Claro que essas memórias podem estar meio distorcidas por causa do stress do momento, mas que ele empinou, empinou&#8230;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Quando ele parou eu pensei: Aaaaaaaaaaaa, ele parou&#8230; Tô salva! Depois que eu consegui fechar a boca, o que levou alguns minutos, recomecei a gritar pro cara: Me tira daqui, me tira daqui!! E ele, na sua maior calma: Puxa pro lado, puxa pro lado! Tentava puxar pro lado mas o cavalo nem tava aí pra mim. Depois de umas três puxadas eu vi porque: o bicho parou bem onde tinha um matinho, e ele não se mexia porque tava COMENDO o matinho! Tipo assim, acho que fizeram o animal ficar dando voltinhas com as crianças a manhã toda sem alimentar o pobre bicho. Daí pobre de mim neh.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Fim da história: o tratador teve que ir lá me acudir, porque eu não atinei nem descer do cavalo, e puxar o bicho de volta. E, é claro, meu amigo já estava roxo de tanto rir. Mas depois ele mudou de cor pra branco pois teve que cumprir a parte dele do acordo, andar no elevador. Muahahahhahahah!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">E é por isso que eu ODEIO cavalos!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<div id="attachment_141" class="wp-caption aligncenter" style="width: 257px;  border: 1px solid #dddddd; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin: 10px; text-align:center; display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;"><img class="size-medium wp-image-141" title="cavalo-paraguaio" src="http://paulinhateixeira.files.wordpress.com/2009/04/cavalo-paraguaio.jpg?w=247" alt="É assim que eu lembro de cavalo: tosco e feio" width="247" height="300" /><p style=' padding: 0 4px 5px; margin: 0;'  class="wp-caption-text">É assim que eu lembro de cavalo: tosco e feio</p></div>
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