HTC Sense: obrigado por nada! (pt. 2) #HTCSenseFAIL

E a saga continua.

Como eu falei no Twitter, no dia 30/05/2011 o serviço do HTC Sense havia voltado a funcionar.

 

Porém, quando loguei com meu usuário, a última atualização da minha localização foi em 24/03/2011.

Março? Sério mesmo, HTC? E nem vem me dizer que era porque a ROM não era a original, pois eu USEI os serviços de vocês, tais como downloads de wallpapers, temas e etc. E mesmo assim, nesta data eu já estava com uma ROM alterada, e gravou meu local. Como que não atualizou mais, se eu estive com a MESMA ROM mesmo depois desta data?

Então, para fazer um teste, entrei com o usuário do meu esposo. E vejo que a sua última atualização foi em 19/05/2011. Um pouco mais atual. Mas tentamos atualizar a localização dele, com o celular com 3G, GPS e Wi-Fi ligados. Qual o resultado? Nenhum. Nada de atualização.

Bom… Pensamos então que, como tínhamos alterado a ROM e blá blá blá, tínhamos que nos contentar com isso. Comprar outro, instalar um programa de localização que NÃO FOSSE DA HTC e deu pra bola. Mas, eis que chego hoje no trabalho e tento acessar o HTC Sense, na esperança de alguma notícia do celular perdido, e dou de cara com isso:

 

Sério mesmo, HTC? SÉRIO?! Puta que pariu, vocês colocaram no ar por, o quê, dois dias?! E isso só porque eu reclamei? É, porque durante esse tempo que estava online o http://www.htcsense.com/br/ , o /us/ estava offline. Coincidência? Bem difícil.

Sinceramente, fico cada vez mais desapontada com a HTC. E eu só estou considerando comprar outro HTC Desire porque eu gostei muito do aparelho, acho melhor até que o iPhone. Mas, se outra empresa tivesse um aparelho mais legal e melhor que o Desire, abandonava de vez a HTC, sem pensar duas vezes. O que adianta ter um serviço legal como o HTC Sense se ele não é confiável?

Ah, isso sem contar que eles NÃO responderam a última mensagem que mandei pelo formulário de contato deles, no site. Lamentável.

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HTC Sense: obrigado por nada! #HTCSenseFAIL

Meu celular, um HTC Desire, foi furtado de dentro da minha bolsa no dia 25/05/2011, última quarta-feira, dentro de um biarticulado, em Curitiba. Abri um B.O. na delegacia, porém não me deram esperanças de reavê-lo, mesmo eu tendo visto a cara da meliante (sim, foi uma mulher). Então, me lembrei que pelo HTC Sense online é possível acompanhar em tempo real a localização do aparelho. E como eu tinha deixado o 3G ligado, assim como o GPS, minhas esperanças voltaram.

Mas, para minha surpresa, o HTC Sense não estava conectando. A mensagem que eu recebi foi esta:

 

E, desde a data citada, é a mesma tela que eu recebo quando tento acessar a ferramenta. Agora eu pergunto: CADÊ o comprometimento com o cliente? CADÊ a confiabilidade do serviço? Desde quarta-feira, sendo hoje sábado, está em manutenção? Isso que eu só testei agora, pois pode estar há muito mais tempo desse jeito. Sinceramente, meus caros, confiei na HTC, empresa que divulga este serviço como inovador, que pode até salvar uma vida. Mas que quando seu cliente precisa, não está disponível. Lamentável.

Entrei então em contato com a HTC pelo formulário de contato no site deles, informando a situação da ferramenta e o porque de eu estar cobrando isso (o furto do meu celular). Esta foi a resposta deles:

 

Não sei de ONDE que eles tiraram que o serviço está funcionando. Checaram no servidor e o status está “running”, mas não se deram ao trabalho de ENTRAR no site para testar? Encaminhei outra mensagem pelo formulário deles, e espero que tenham pelo menos a decência de responder. Segue a mensagem que mandei:

Estou aguardando notícias do serviço, quando tiver alguma posto. E por favor, divulguem! Talvez eu consiga reaver meu querido celular… Ou pelo menos os novos clientes possam confiar nesta ferramenta, e não precisar comprar apps que sejam CONFIÁVEIS pelo Android Market.

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Jogos que eu amo: Alan Wake

Terminei este jogo no ano passado, mas, sendo bem sincera, não me animei muito em escrever sobre ele. Sabe, não que eu o AME, mas só gosto um pouquinho assim. Porém, como é de um gênero que eu amo (terror) não pode passar batido.

 

Alan Wake é o nome do protagonista, um escritor que está sofrendo de um bloqueio criativo. Então, para lhe dar aquele apoio, sua esposa decide que ele deve descansar em um lugar super calmo, tipo montanhas. E organiza umas férias de uns 30 dias, não lembro direito, em uma casa na beira de um lago.

Porém, a coisa começa a desandar quando ela coloca uma máquina de escrever (quem usa uma máquina de escrever hoje em dia?!) no escritório dele. Ele fica putinho e sai da casa, deixa a mulher, que tem pavor de escuro, sozinha lá. E, claro, shits atraem shits, quando ele está lá na rua, tomando um arzinho, falta energia na casa. E a mulé começa um berreiro.

Alan sai correndo pra ajudar, mas quando chega perto da porta, uns pássaros from hell arrebentam-na, carregando a esposa do cara, e depois se jogando dentro do lago com ela junto. Ele corre e se joga na água pra tentar salvá-la (do quê mesmo, Alan?), mas daí ele acorda em um hospital para doentes mentais (A.K.A. hospício). E este é o maravilhoso início do jogo.

O que eu mais gosto, se você me perguntar, neste jogo, com certeza vou responder o enredo. Citando muitas vezes Stephen King (AMO!) e H.P. Lovecraft (ADORO!), o jogo tem todo aquele ar de suspense, de que o inimigo está sempre rondando, que poderá sair de qualquer sombra. Aliás, esta é uma parte importante para sua sobrevivência: fique na luz. Seus inimigos são feitos de sombras. Tá, OK, não são “feitos” de sombra, mas eles têm uma aura negra, como as sombras, que os rodeiam e os protegem. Portanto, não adianta gastar balas (que são bem escassas, aliás) diretamente, é necessário antes você “tirar” a escuridão deles, com uma lanterna ou com tiros de flashbang. Depooooois disso é que você pode tacar bala neles.

 

Outra coisa legal no enredo é que, como eu disse, o personagem é um escritor, e o que ele está vivendo ele mesmo escreveu. O problema é que ele não lembra (?) de tê-lo feito, e, durante o jogo, vai encontrando folhas do manuscrito que ele supostamente escreveu. E isso é muito legal, você pode ler coisas que ainda não aconteceram (mas vão acontecer, pode ter certeza), e isso sem desvendar partes importantes do jogo. Achei muito bem bolado, além de poder jogar o sonho de qualquer escritor, que é ver a sua história acontecer de verdade. O problema é quando é de terror. :S

O chato do negócio é que é tudo muuuuito escuro. A moral é você lutar contra a escuridão, que está tomando conta do lugar e que irá se espalhar pelo mundo. Mas assim, tudo, sempre, tem sombras. Ou seja, você enfrenta muitos inimigos, e sempre iguais. Por isso achei o jogo meio repetitivo, além da jogabilidade ser meio chatinha também. É em terceira pessoa, sem a precisão de mira de Resident Evil 5, então tudo fica mais difícil. E, se você não tiver mais balas na sua arma, desista, porque é impossível matá-los sem a arma.

Resumindo, é um jogo interessante, que te propõe uma situação diferente, mas que tem muitas falhas. Os inimigos poderiam ir evoluindo, se tornando mais difíceis. Poderiam haver boss (que não tem), puzzles, que também não tem. E pela falta desses elementos se torna um jogo fácil, onde é só ir jogando e matando, sem oferecer desafios. Por isso, achei meio chato, principalmente depois que você entende toda a moral do jogo. Mas joga aí, pra você ver também. ;)

 

 

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